{"id":143941,"date":"2024-11-13T18:01:52","date_gmt":"2024-11-13T17:01:52","guid":{"rendered":"https:\/\/llyc.global\/?p=143941"},"modified":"2024-11-14T09:34:28","modified_gmt":"2024-11-14T08:34:28","slug":"dialogo-digital-em-processos-eleitorais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/llyc.global\/pt-br\/ideas\/uno\/dialogo-digital-em-processos-eleitorais\/","title":{"rendered":"Di\u00e1logo digital em processos eleitorais"},"content":{"rendered":"<p>Em um panorama global cada vez mais fragmentado, a polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica emergiu como uma das maiores amea\u00e7as para as democracias contempor\u00e2neas. Este fen\u00f4meno desgasta a confian\u00e7a nas institui\u00e7\u00f5es, distorce o di\u00e1logo p\u00fablico e coloca em risco a estabilidade dos processos eleitorais. A polariza\u00e7\u00e3o severa, longe de ser um problema pequeno ou passageiro, est\u00e1 minando os princ\u00edpios fundamentais que fazem as democracias funcionarem. Entre os seus efeitos mais nocivos, est\u00e1 o fato de que os poderes legislativos v\u00e3o sendo reduzidos a meras c\u00e2maras de aprova\u00e7\u00e3o, os executivos se fortalecem \u00e0 custa de outros contrapesos e os ataques \u00e0 independ\u00eancia do poder judicial se intensificam. Ainda mais preocupante \u00e9 como a polariza\u00e7\u00e3o mina normas informais, por\u00e9m cruciais, como a aceita\u00e7\u00e3o pac\u00edfica da derrota eleitoral, que s\u00e3o essenciais para a coexist\u00eancia da diversidade pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Atualmente, o fen\u00f4meno da polariza\u00e7\u00e3o tem sido acelerado pela expans\u00e3o das tecnologias de alto impacto: as redes sociais digitais e a intelig\u00eancia artificial. Ambas modificaram profundamente a forma como o debate p\u00fablico se desenvolve e como a manipula\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada. No entanto, embora essas ferramentas tenham ganhado protagonismo nas \u00faltimas d\u00e9cadas, a sua rela\u00e7\u00e3o com a polariza\u00e7\u00e3o \u00e9 mais de amplifica\u00e7\u00e3o do que de origem ou causa. Diversos estudos confirmam que a polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica tem ra\u00edzes muito mais profundas do que as redes sociais. Um estudo da Universidade de Cambridge intitulado \u201c<em>From Backwaters to Major Policymakers: Policy Polarization in the States, 1970\u20132014<\/em>\u201d (1),afirma que a polariza\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos come\u00e7ou a se intensificar a partir dos anos 70 e experimentou um aumento significativo a partir do ano 2000, muito antes de as plataformas como Facebook ou X alcan\u00e7arem uma influ\u00eancia significativa.<\/p>\n<p>Ainda assim, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que as redes sociais aceleraram este processo. As plataformas digitais transformaram a maneira como os cidad\u00e3os se informam, debatem e tomam decis\u00f5es pol\u00edticas. Os algoritmos que controlam essas plataformas n\u00e3o foram desenhados para promover a modera\u00e7\u00e3o ou o di\u00e1logo construtivo. Em vez disso, priorizam o conte\u00fado que gera mais intera\u00e7\u00e3o, o que frequentemente significa amplificar as mensagens mais polarizadas e emocionalmente carregadas. Um estudo recente da LLYC, \u201c<em>The Hidden Drug<\/em>\u201d(2) , baseado na an\u00e1lise de mais de 600 milh\u00f5es de mensagens, confirmou que o n\u00edvel de polariza\u00e7\u00e3o no di\u00e1logo social na Am\u00e9rica Latina aumentou 39% entre 2018 e 2022. Deste modo, as redes sociais serviram como amplificadores da polariza\u00e7\u00e3o existente, empurrando as pessoas para posicionamentos mais extremos e dificultando a conversa democr\u00e1tica.<\/p>\n<p>O papel das redes sociais evoluiu com o tempo. Durante a primeira metade da d\u00e9cada de 2010, plataformas abertas como Facebook e X dominaram o espa\u00e7o p\u00fablico e pol\u00edtico, com casos emblem\u00e1ticos como o esc\u00e2ndalo da Cambridge Analytica em 2016. Este esc\u00e2ndalo mostrou como o uso indevido de dados pessoais, obtidos por meio do Facebook, foi utilizado para realizar um perfil psicol\u00f3gico de mais de 87 milh\u00f5es de pessoas, que depois foi aproveitado nas campanhas eleitorais de Donald Trump e no referendo do Brexit. Este epis\u00f3dio demonstrou o poder que as redes sociais abertas podiam exercer sobre os processos democr\u00e1ticos.<\/p>\n<p>No entanto, nos \u00faltimos anos, o panorama mudou drasticamente. As plataformas fechadas, como WhatsApp e Telegram, ganharam relev\u00e2ncia no debate pol\u00edtico e social. Segundo dados da Statista, em abril de 2024, o WhatsApp alcan\u00e7ou quase 3 bilh\u00f5es de usu\u00e1rios (3), o que representa um aumento de 50% em rela\u00e7\u00e3o ao come\u00e7o de 2020. Este crescimento mudou o terreno do jogo. Em vez de acontecer nas redes abertas e transparentes, onde o conte\u00fado \u00e9 vis\u00edvel para o p\u00fablico e pode ser monitorado, grande parte do debate pol\u00edtico migrou para ambientes fechados e opacos, onde a desinforma\u00e7\u00e3o pode se propagar sem nenhuma supervis\u00e3o.<\/p>\n<p>Nestes espa\u00e7os mais fechados, a radicaliza\u00e7\u00e3o pode se desenvolver em c\u00edrculos pequenos e \u00edntimos, o que dificulta a detec\u00e7\u00e3o e o controle. A radicaliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica que antes se manifestava abertamente em plataformas como X agora \u00e9 incubada em espa\u00e7os privados como o WhatsApp, a partir de onde pode saltar para redes abertas mais vis\u00edveis. Esta din\u00e2mica foi fundamental em v\u00e1rios acontecimentos recentes de agita\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, como o ataque ao Capit\u00f3lio dos Estados Unidos em janeiro de 2021, em que se demonstrou como o planejamento dos eventos foi coordenado por meio de plataformas como WhatsApp e Parler, uma rede de nicho que tamb\u00e9m promove a privacidade e a comunica\u00e7\u00e3o fechada.<\/p>\n<p>Diante da magnitude desses desafios, os sistemas judiciais e os reguladores de v\u00e1rios pa\u00edses come\u00e7aram a intervir. Um exemplo claro \u00e9 o caso do juiz Alexandre de Moraes, no Brasil, que em 30 de agosto de 2024, ordenou a suspens\u00e3o imediata do X (antigo Twitter) devido \u00e0 negativa da plataforma de eliminar seis perfis de usu\u00e1rios relacionados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Elon Musk, o <em>CEO<\/em> do X, negou-se a cumprir a ordem, classificando o juiz de \u201cditador\u201d. Este enfrentamento ressalta a import\u00e2ncia crescente da modera\u00e7\u00e3o de conte\u00fados e a dif\u00edcil rela\u00e7\u00e3o entre a liberdade de express\u00e3o e a luta contra a desinforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h5>Nos \u00faltimos anos, o panorama mudou drasticamente. As plataformas fechadas, como WhatsApp e Telegram, ganharam relev\u00e2ncia no debate pol\u00edtico e social<\/h5>\n<p>Outro caso not\u00e1vel foi o da pris\u00e3o, na Fran\u00e7a, em 24 de agosto de 2024, de Pavel Durov, fundador e CEO do Telegram. Durov foi detido pela suposta falta de coopera\u00e7\u00e3o com as autoridades francesas e por n\u00e3o adotar medidas efetivas de modera\u00e7\u00e3o na sua plataforma, o que permitiu a prolifera\u00e7\u00e3o de atividades ilegais e conte\u00fados perigosos. Estes casos refletem como o impacto das redes sociais nos processos eleitorais e na polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica for\u00e7ou os sistemas judiciais a tomar posi\u00e7\u00f5es firmes, apesar das tens\u00f5es complexas que surgem entre a regula\u00e7\u00e3o e a liberdade de express\u00e3o.<\/p>\n<p>No entanto, as a\u00e7\u00f5es locais t\u00eam um alcance limitado quando nos confrontamos com um fen\u00f4meno que \u00e9, por natureza, global e transfronteiri\u00e7o. As opera\u00e7\u00f5es de desinforma\u00e7\u00e3o n\u00e3o respeitam as fronteiras nacionais, e o capitalismo digital deu lugar a uma economia internacional de desinforma\u00e7\u00e3o. Um estudo feito pela Qurium (4) mostra que, em 2022, ativistas iranianos do movimento <em>#MeToo<\/em> foram atacados por campanhas de desinforma\u00e7\u00e3o organizadas por empresas paquistanesas de marketing digital. Estas opera\u00e7\u00f5es transnacionais colocam em evid\u00eancia como atores mal intencionados podem contratar servi\u00e7os de desinforma\u00e7\u00e3o em pa\u00edses com regula\u00e7\u00f5es mais flex\u00edveis, o que dificulta ainda mais a luta contra este fen\u00f4meno.<\/p>\n<p>Neste contexto, a intelig\u00eancia artificial se apresenta como uma ferramenta chave para agravar a polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. A IA tem um triplo papel: primeiro, os algoritmos de recomenda\u00e7\u00e3o impulsionados por IA determinam quais conte\u00fados os usu\u00e1rios veem, amplificando aqueles que geram mais intera\u00e7\u00f5es, normalmente os mais polarizados. Em segundo lugar, o micro-targeting baseado em dados pessoais permite que os atores pol\u00edticos dirijam-se a segmentos espec\u00edficos da popula\u00e7\u00e3o com mensagens personalizadas que podem manipular comportamentos de vota\u00e7\u00e3o. E por fim, a IA generativa permitiu a cria\u00e7\u00e3o de desinforma\u00e7\u00e3o em uma escala sem precedentes. As <em>deepfakes<\/em>, v\u00eddeos e \u00e1udios sint\u00e9ticos, que eram apenas uma curiosidade tecnol\u00f3gica h\u00e1 alguns anos, agora se transformaram em ferramentas poderosas para manipular o p\u00fablico.<\/p>\n<p>Um caso recente, exposto em 2023, \u00e9 o de uma rede de contas iranianas que a OpenAI desmantelou como parte de uma campanha de desinforma\u00e7\u00e3o sobre as elei\u00e7\u00f5es presidenciais nos Estados Unidos. Esta rede gerava conte\u00fado falso utilizando IA, o que inclu\u00eda desde textos at\u00e9 imagens e v\u00eddeos, todos eles desenhados para influenciar a opini\u00e3o p\u00fablica. A IA generativa, com a sua capacidade de criar conte\u00fado sint\u00e9tico quase indistingu\u00edvel da realidade, estabelece um novo desafio para a veracidade nos processos eleitorais.<\/p>\n<p>O caso das <em>deepfakes<\/em> \u00e9 especialmente preocupante. Em 2024, a Grok, IA do X, foi acusada de gerar imagens hiper-realistas de pol\u00edticos como Donald Trump, Kamala Harris e Joe Biden, mostrando-os em situa\u00e7\u00f5es comprometedoras que nunca ocorreram. Estas imagens n\u00e3o apenas acionaram um alarme entre os servi\u00e7os de fact- -checking, como tamb\u00e9m ressaltaram qu\u00e3o dif\u00edcil \u00e9 detectar e conter a propaga\u00e7\u00e3o de desinforma\u00e7\u00e3o no ambiente atual.<\/p>\n<p>Um relat\u00f3rio do Stanford Internet Observatory (5), feito em parceria com o Centro de Seguran\u00e7a e Tecnologia Emergente da Universidade de Georgetown, publicado no come\u00e7o de 2023, adverte sobre o impacto dos grandes modelos de linguagem (LLMs) na desinforma\u00e7\u00e3o. Estes modelos permitem que atores mal-intencionados desenhem e executem campanhas de baixo custo e em uma escala sem precedentes. O relat\u00f3rio ressalta que a capacidade das LLMs de gerar argumentos persuasivos em grande formato, dificilmente detect\u00e1veis como conte\u00fado malicioso, \u00e9 um risco crescente para as democracias.<\/p>\n<p>Em termos de regula\u00e7\u00e3o, a maioria dos pa\u00edses est\u00e1 mal preparada para enfrentar estes desafios. Embora algumas na\u00e7\u00f5es, como a China, tenham tentando introduzir regula\u00e7\u00f5es sobre o conte\u00fado gerado por IA (como exigir marcas d\u2019\u00e1gua em v\u00eddeos sint\u00e9ticos), a maioria dos pa\u00edses carece de marcos legais s\u00f3lidos para abordar este problema. Al\u00e9m disso, existe o risco de que as regula\u00e7\u00f5es possam ser mal utilizadas para controlar a informa\u00e7\u00e3o mais do que para proteger a integridade dos processos democr\u00e1ticos.<\/p>\n<p>A combina\u00e7\u00e3o de polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, desinforma\u00e7\u00e3o e poder crescente da intelig\u00eancia artificial estabelece um desafio existencial para os processos eleitorais e as democracias modernas. \u00c0 medida que as tecnologias evoluem, os governos e as sociedades devem encontrar maneiras de mitigar os seus efeitos mais corrosivos, sem minar a liberdade de express\u00e3o. A pergunta que fica \u00e9 se seremos capazes de regular estas ferramentas a tempo de proteger a integridade das nossas democracias ou se, pelo contr\u00e1rio, estamos condenados a uma era de elei\u00e7\u00f5es manipuladas, polariza\u00e7\u00e3o extrema e desconfian\u00e7a institucional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>(1) <a href=\"https:\/\/www.cambridge.org\/core\/journals\/perspectives-on-politics\/article\/from-backwaters-to-major-policymakers-policy-polarization-in-the-states-19702014\/51DD7B022E358A99333447A6E2BA7B63\">From Backwaters to Major Policymakers: Policy Polarization in the States, 1970\u20132014<\/a><br \/>\n(2) <a href=\"https:\/\/thehiddendrug.llorenteycuenca.com\/\">The Hidden Drug<\/a><br \/>\n(3) <a href=\"https:\/\/www.statista.com\/statistics\/1306022\/whatsapp-global-unique-users\/\">Number of unique WhatsApp mobile users worldwide from January 2020 to June 2024<\/a><br \/>\n(4) <a href=\"https:\/\/www.qurium.org\/alerts\/iran\/weaponizing-instagram-against-the-iranian-metoo\">Qurium<\/a><br \/>\n(5) <a href=\"https:\/\/cyber.fsi.stanford.edu\/io\/publication\/generative-language-models-and-automated-influence-operations-emerging-threats-and\">Generative Language Models and Automated Influence Operations: Emerging Threats and Potential Mitigations<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em um panorama global cada vez mais fragmentado, a polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica emergiu como uma das maiores amea\u00e7as para as democracias contempor\u00e2neas. 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