{"id":152652,"date":"2024-11-28T11:29:48","date_gmt":"2024-11-28T10:29:48","guid":{"rendered":"https:\/\/llyc.global\/ideas\/quien-sino-tu\/"},"modified":"2024-12-04T00:23:01","modified_gmt":"2024-12-03T23:23:01","slug":"quem-senao-voce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/llyc.global\/pt-br\/corporate-affairs\/tendencias\/quem-senao-voce\/","title":{"rendered":"Quem, sen\u00e3o voc\u00ea: Comunica\u00e7\u00e3o, Fator Dominante nas Elei\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos"},"content":{"rendered":"<p>Entre todos os fatores, <strong>o denominador &#8211; e dominador &#8211; comum na corrida presidencial norte-americana foi a comunica\u00e7\u00e3o<\/strong>. Acima, sem d\u00favida, de programas eleitorais ou de medidas concretas. Um ponto para o qual os Democratas n\u00e3o conseguiram encontrar o tom nem contaram com a mesma in\u00e9rcia do seu oponente. \u00c9 que o eleitor norte-americano, como tantos outros eleitores de outros pa\u00edses ocidentais, tamb\u00e9m passou a associar a sua vis\u00e3o pol\u00edtica a alguns temas abrangentes &#8211; cada vez menos detalhados, cada vez mais individualizados. \u00c9 exatamente neste contexto do \u201c<em>Bowling Alone<\/em>\u201d que Putnam descreve t\u00e3o bem, que <strong>as narrativas, os slogans e a imagem se consolidaram como as armas eleitorais mais poderosas<\/strong>, em um exerc\u00edcio que procura estabelecer rela\u00e7\u00f5es quase pessoais com o eleitor, e quem melhor o fez, acabou levando o Col\u00e9gio Eleitoral.<\/p>\n<p>Em 9 de novembro de 2016, <strong>a maioria das an\u00e1lises apontava o uso das redes sociais (em particular, do Facebook) como um dos fatores determinantes que levariam Donald J. Trump a ser o quadrag\u00e9simo quinto presidente dos Estados Unidos da Am\u00e9rica<\/strong>. Naquela mesma manh\u00e3, o <em>The New York Time<\/em>s se perguntava de forma ret\u00f3rica \u201c<em>Why Trump won<\/em>?\u201d, mas sequer o pr\u00f3prio Nate Cohn, em The Upshot conseguiu elaborar uma resposta completa. \u201cA incerteza se imp\u00f4s ao programa\u201d, concluiu. Oito anos mais tarde, a pergunta retornou menos ret\u00f3rica e a resposta, menos incerta: <strong>os quase setenta e cinco milh\u00f5es de norte-americanos que pintaram o mapa de vermelho encontraram em um slogan como \u201cMake America Great Again\u201d a certeza que precisavam.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Uma parte da academia explica a volta deste racioc\u00ednio eleitoral, apontando o dedo para a neuropol\u00edtica e os seus efeitos<\/strong>. No entanto, talvez seja excessivamente reducionista responsabilizar apenas o marketing pol\u00edtico por esta mudan\u00e7a na forma de fazer campanha (e, inclusive, pol\u00edtica). Fazer isso implicaria n\u00e3o considerar o papel desempenhado pelo contexto social e demogr\u00e1fico em cada elei\u00e7\u00e3o. <strong>O eleitor e suas circunst\u00e2ncias. Suas gera\u00e7\u00f5es, seus canais de acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o. Seu cansa\u00e7o<\/strong>. Mas fazer isso ignoraria tamb\u00e9m o contexto da pr\u00f3pria campanha.<\/p>\n<p><strong>A de (Biden) Harris contra Trump foi inusualmente longa (ou curta, dependendo de como se veja)<\/strong>. Embora os ciclos presidenciais, em termos de financiamento, praticamente n\u00e3o parem e deem origem a uma campanha constante e permanente, historicamente n\u00e3o costumam ganhar escala at\u00e9 a corrida pela indica\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria come\u00e7ar. Inclusive, as elei\u00e7\u00f5es realizadas na metade do mandato costumam ser consideradas mais um marco processual do que pol\u00edtico. <strong>No entanto, nem o clima das midterm de alguns anos atr\u00e1s, nem o an\u00fancio (exatamente dez dias depois) de Trump para a reelei\u00e7\u00e3o seguiram essa pauta. Mas transformaram o que era uma campanha constante de baixa frequ\u00eancia em um permanente com\u00edcio saturado e marcadamente polarizado desde o in\u00edcio.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tamb\u00e9m \u00e9 verdade que n\u00e3o existe eleitor &#8211; nem candidato &#8211; que resista a dois anos desse cen\u00e1rio, por mais que um dos lados esteja sentado no Sal\u00e3o Oval<\/strong> (outro contexto em si mesmo). Isso explica, em parte, a profundidade que vemos no debate pol\u00edtico. <strong>A outra parte deve-se \u00e0 narrativa imposta por Trump. A\u00ed sim, se aplica o reducionismo: alguns poucos temas-chave aos quais se vinculam n\u00e3o mais do que tr\u00eas mensagens fortes para ir adaptando em fun\u00e7\u00e3o do lugar onde est\u00e1 ocorrendo a campanha<\/strong>. Ou os Democratas, conhecedores do contexto da campanha assim como do pr\u00f3prio contexto do eleitor, n\u00e3o souberam se desapegar ou preferiram comungar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-152610\" src=\"https:\/\/llyc.global\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-Interna-2.jpg\" alt=\"\" width=\"1690\" height=\"646\" srcset=\"https:\/\/llyc.global\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-Interna-2.jpg 1690w, https:\/\/llyc.global\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-Interna-2-300x115.jpg 300w, https:\/\/llyc.global\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-Interna-2-1024x391.jpg 1024w, https:\/\/llyc.global\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-Interna-2-768x294.jpg 768w, https:\/\/llyc.global\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-Interna-2-1536x587.jpg 1536w, https:\/\/llyc.global\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG-Interna-2-1080x413.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 1690px) 100vw, 1690px\" \/><\/p>\n<p><strong>As redes sociais sabem captar estes pontos altos melhor do que qualquer outro canal<\/strong>. Vimos isto no \u00fanico debate entre os candidatos (e por isso n\u00e3o vimos mais): em espa\u00e7os mais calmos as narrativas baseadas em poucas mensagem sofrem. <strong>Enquanto as plataformas digitais possuem alguns c\u00f3digos pr\u00f3prios quanto \u00e0 dura\u00e7\u00e3o e ao formato das mensagens que, inevitavelmente, condicionam a constru\u00e7\u00e3o da narrativa<\/strong>. De acordo com dados coletados pelo <em>Pew Research Center<\/em> e pelo <em>Marshall German Fund<\/em>, praticamente a metade dos adultos norte-americanos se informa prioritariamente por meio das redes sociais. Por isso, n\u00e3o surpreende a magnitude e a intensidade com que os dois partidos as empregaram nessas elei\u00e7\u00f5es, o que representa uma mudan\u00e7a not\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es (e \u00e0s de 2016).<\/p>\n<p><strong>Sem d\u00favida, do ponto de vista da comunica\u00e7\u00e3o (eleitoral), um dos maiores ativos das redes sociais \u00e9 uma segmenta\u00e7\u00e3o quase infinita do p\u00fablico<\/strong>. Ou o que d\u00e1 no mesmo, dos eleitores, especialmente daqueles mais cobi\u00e7ados, os indecisos, e daqueles que terminaram sendo fundamentais para a vit\u00f3ria republicana: a popula\u00e7\u00e3o branca de meia-idade e da classe trabalhadora, e os homens latinos e afro-americanos nos denominados \u201cestados-p\u00eandulo\u201d. Tanto Harris como Trump tinham consci\u00eancia de que, al\u00e9m da \u201ccampanha anal\u00f3gica\u201d nesses j\u00e1 famosos sete estados, precisavam concentrar seus esfor\u00e7os principalmente em plataformas como TikTok e Instagram, respectivamente, pensando em seus locais de vota\u00e7\u00e3o mais prov\u00e1veis, seguido por estrat\u00e9gias espec\u00edficas para o X (antigo Twitter) e YouTube.<\/p>\n<p><strong>Teorias algor\u00edtmicas \u00e0 parte, a campanha digital ficou absolutamente do lado de Trump<\/strong> (talvez, o desvio das estimativas de voto democrata tenha vindo de uma leitura excessivamente anal\u00f3gica). <strong>Enquanto Harris se rodeava fisicamente de ativos como Taylor Swift, Oprah, Tigres del Norte, Springsteen e Beyonc\u00e9, a campanha de Trump foi capaz de desenvolver uma comunidade phigital com extraordin\u00e1ria capilaridade em todo o territ\u00f3rio<\/strong>. Porque esta \u00e9, sem d\u00favida, outra grande alavanca da comunica\u00e7\u00e3o digital: a capacidade de amplificar as mensagens de maneira mais r\u00e1pida, mais alta e mais forte por meio de uma rede de terceiras vozes. Algo para o qual, seja qual for o caso, \u00e9 essencial ter alguns grandes temas aos quais se vinculem n\u00e3o mais do que tr\u00eas mensagens.<\/p>\n<p><strong>A equipe de campanha de Trump demonstrou uma habilidade que, mesmo simples, n\u00e3o deixou de ser efetiva<\/strong>. As principais preocupa\u00e7\u00f5es da popula\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos (sobretudo para essa \u201cAm\u00e9rica real\u201d), de acordo com a primeira pesquisa publicada pelo Gallup em 2024, eram a imigra\u00e7\u00e3o, a gest\u00e3o federal e a economia, respectivamente. Ou, dito de outra maneira, a inseguran\u00e7a, a desconfian\u00e7a e o pessimismo. Em contextos de fragilidade, n\u00e3o existe nada mais antropol\u00f3gico do que a necessidade de um abra\u00e7o. <strong>Quem, sen\u00e3o voc\u00ea. \u201c<em>Make America Great Again<\/em>\u201d foi entendido pelo eleitor como um rem\u00e9dio para tudo isso<\/strong>. Um tratamento em vez de uma promessa. E \u00e9 um slogan que tamb\u00e9m combina dentro de si a narrativa e o simbolismo. Assim como Sorkin soube retratar em <em>The West Wing<\/em> a resist\u00eancia do candidato Santos em se definir como pessoa racializada, <strong>a equipe de Harris &#8211; ou o pr\u00f3prio partido Democrata &#8211; deu mais peso \u00e0s pesquisas sobre aceita\u00e7\u00e3o da candidata do que \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de uma narrativa em torno dela<\/strong>. Porque, por acaso uma procuradora (seguran\u00e7a), com mais experi\u00eancia estadual que federal (proximidade) e uma carreira constru\u00edda em si mesma (otimismo), n\u00e3o teria elementos suficientes para engrossar a mitologia eleitoral norte-americana?<\/p>\n<p><strong>Se entre todos os fatores na corrida presidencial, o \u201cdominador\u201d comum foi a comunica\u00e7\u00e3o, nem se fale do seu papel agora <em>ex post<\/em><\/strong>. Se isto por si s\u00f3 \u00e9 fundamental para o crescimento das organiza\u00e7\u00f5es, <strong>em um cen\u00e1rio \u201cTrump 2.0\u201d a comunica\u00e7\u00e3o passar\u00e1 a ser vital<\/strong>. O sincronismo do setor privado com a nova administra\u00e7\u00e3o deve correr antes mesmo de 20 de janeiro. Especialmente se, com todos os poderes sob a al\u00e7ada republicana, <strong>houver um movimento em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o total do programa MAGA<\/strong>. Porque assim como a comunica\u00e7\u00e3o j\u00e1 derrubou quase todas as fronteiras, os interesses das organiza\u00e7\u00f5es norte-americanas (e os de qualquer um que opere naquele mercado) tamb\u00e9m respondem a uma l\u00f3gica global.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre todos os fatores, o denominador &#8211; e dominador &#8211; comum na corrida presidencial norte-americana foi a comunica\u00e7\u00e3o. Acima, sem d\u00favida, de programas eleitorais ou de medidas concretas. 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