{"id":474619,"date":"2015-10-21T09:44:30","date_gmt":"2015-10-21T07:44:30","guid":{"rendered":"https:\/\/llyc.global\/ideas\/reflexoes-apos-a-ii-cupula-ue-celac-de-bruxelas\/"},"modified":"2026-08-13T14:27:44","modified_gmt":"2026-08-13T12:27:44","slug":"reflexoes-apos-a-ii-cupula-ue-celac-de-bruxelas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/llyc.global\/pt-br\/ideas\/uno\/reflexoes-apos-a-ii-cupula-ue-celac-de-bruxelas\/","title":{"rendered":"Reflex\u00f5es ap\u00f3s a II C\u00fapula UE-CELAC de Bruxelas"},"content":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos dias 10 e 11 de Junho realizou-se, em Bruxelas, a II C\u00fapula UE-CELAC (a VIII UE-AL), que perseguia o objetivo \u2013 como \u00e9 sabido desde a cria\u00e7\u00e3o do Mecanismo das C\u00fapulas, em 1999, que excedeu \u00a0o Di\u00e1logo Pol\u00edtico Ministerial de San Jos\u00e9 e com o Grupo do Rio \u2013 de estabelecer uma verdadeira Associa\u00e7\u00e3o Estrat\u00e9gica entre as duas regi\u00f5es. Este encontro, como de costume, foi acompanhado de uma renova\u00e7\u00e3o do Plano UE-CELAC e de uma declara\u00e7\u00e3o intitulada &#8220;Uma Associa\u00e7\u00e3o para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es&#8221;.<\/p>\n<p>A c\u00fapula anterior foi realizada em Santiago do Chile, em janeiro de 2013. Desde essa data muitas e importantes coisas aconteceram em ambas as regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Na Uni\u00e3o foram realizadas elei\u00e7\u00f5es para o Parlamento Europeu, em 2014, depois que uma nova Comiss\u00e3o, presidida por Jean Claude Juncker, foi estabelecida. Donald Tusk substituiu a Herman Van Rompuy como presidente est\u00e1vel do Conselho Europeu e Federica Mogherini substituiu a \u00a0Catherine Ashton, no cargo de Alta Representante para a Pol\u00edtica Exterior e de Seguran\u00e7a Comum e Vice-Presidente da Comiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Nas elei\u00e7\u00f5es, o projeto europeu de constru\u00e7\u00e3o europeia foi examinado a partir da crise mais profunda que viveu desde a sua funda\u00e7\u00e3o, em 1957, e seu resultado \u00e9 conhecido: embora o Parlamento n\u00e3o tenha se tornado, como dizia Garton Ash &#8220;em uma caixa de cristais cheia de pessoas atirando pedras a partir de dentro\u201d, \u00e9 evidente que representantes dos partidos euroc\u00e9pticos, eur\u00f3fobos, xen\u00f3fobos ou radicais de direita ou esquerda se sentem, de forma crescente, nos assentos do Parlamento de Estrasburgo.<\/p>\n<p>A Europa viveu, nos \u00faltimos anos, tentando superar a crise e focada, fundamentalmente, em seus projetos globais de consolida\u00e7\u00e3o, um pouco como no mito de Narciso, absorto na contempla\u00e7\u00e3o de seus pr\u00f3prios problemas. Colocando \u00eanfase na dimens\u00e3o interna de seu Projeto: Mercado Interno e Uni\u00e3o Econ\u00f4mica e Monet\u00e1ria, tentando superar as lacunas existentes, procurando a sa\u00edda do labirinto grego, \u00a0avan\u00e7ando na Uni\u00e3o Banc\u00e1ria e Fiscal, para recuperar o caminho do crescimento sustentado e da cria\u00e7\u00e3o de empregos.<\/p>\n<p>Tudo isso foi traduzido nas Orienta\u00e7\u00f5es Pol\u00edticas apresentadas pelo Juncker, antes da sua investidura pr\u00e9via no Parlamento Europeu, onde se levantou uma Agenda em rela\u00e7\u00e3o a quest\u00f5es de emprego, crescimento, equidade e mudan\u00e7a democr\u00e1tica, destacando as vantagens que isso implica para o mercado interno e lan\u00e7ando, como medida estrela, um Plano de Investimentos com montante de 315 bilh\u00f5es de euros.<\/p>\n<p>\u00c9 evidente que o resultado das elei\u00e7\u00f5es de 7 de maio no Reino Unido foi um fator determinante para o futuro da UE.<\/p>\n<blockquote><p>A n\u00edvel bilateral, houve um impulso de uma s\u00e9rie de propostas ap\u00f3s a conclus\u00e3o do Acordo de Associa\u00e7\u00e3o entre a Uni\u00e3o Europeia e a Am\u00e9rica Central<\/p><\/blockquote>\n<p>A dimens\u00e3o externa do projeto, partindo da base de que n\u00e3o haver\u00e1 novas amplia\u00e7\u00f5es nos pr\u00f3ximos 5 anos, foi condicionada pelos desafios estipulados na Pol\u00edtica de Vizinhan\u00e7a, tanto setentrional \u2013 com a falida C\u00fapula de Vilnius \u2013, como meridional \u2013\u00a0 onde a primavera \u00e1rabe fez florescer apenas na Tun\u00edsia e n\u00e3o sem dificuldades, como vimos no atentado do Museu do Bardo, e onde ainda existem grav\u00edssimos problemas, como na L\u00edbia, S\u00edria, N\u00edger, Nig\u00e9ria, I\u00eamen, Egito, Afeganist\u00e3o, Iraque, Qu\u00e9nia, etc.<\/p>\n<p>A prioridade, no \u00e2mbito das negocia\u00e7\u00f5es comerciais tem-se centrado sobre o ambicioso Acordo de Com\u00e9rcio e Investimento (TTIP) entre a UE e os EUA, que apesar da Uni\u00e3o Europeia j\u00e1 ter negociado, permanece negociando ou em conversa\u00e7\u00f5es com vistas \u00e0 concluir Acordos da mesma natureza com a Coreia do Sul, Canad\u00e1, Jap\u00e3o, Austr\u00e1lia, Nova Zel\u00e2ndia, \u00c1frica do Sul, Mal\u00e1sia, Tail\u00e2ndia, Vietn\u00e3, Ucr\u00e2nia, Marrocos, Tun\u00edsia, Jord\u00e2nia, Egito, etc.<\/p>\n<p>Enquanto isso, a Am\u00e9rica Latina, onde alguns de seus pa\u00edses vinham liderando, at\u00e9 recentemente, junto com alguns pa\u00edses asi\u00e1ticos, o crescimento econ\u00f4mico mundial, gra\u00e7as, entre outros fatores, ao aumento do pre\u00e7o das mat\u00e9rias-primas, parece estar imersa em uma mudan\u00e7a de ciclos, com um certo abrandamento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 estranho, nesta situa\u00e7\u00e3o, o Brasil estar vivendo este momento, sendo a sexta maior economia do mundo, cujo modelo est\u00e1 dando claros sinais de esgotamento. O Brasil esteve \u00e0 beira da recess\u00e3o no ano passado, quando cresceu apenas 0,1% e houve um recuo de quase 5% dos investimentos, assim como uma significativa deprecia\u00e7\u00e3o da sua moeda, que repercute diretamente sobre os seus parceiros do Mercosul.<\/p>\n<p>Por outro lado, o restabelecimento das rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas entre Cuba e os EUA, em dezembro de 2014, revitalizou a C\u00fapula Hemisf\u00e9rica no Panam\u00e1, com a celebra\u00e7\u00e3o da 7\u00aa C\u00fapula das Am\u00e9ricas, na qual, pela primeira vez, participaram Cuba, sem que isso implique, no entanto, no fracasso dos diversos organismos regionais (CELAC, Mercosul, Unasul, Alian\u00e7a do Pac\u00edfico, Sieca, etc.).<\/p>\n<p>Vai ser muito interessante constatar, como apontou recentemente uma oportuna an\u00e1lise da LLORENTE &amp; CUENCA, se esta aposta da administra\u00e7\u00e3o Obama ir\u00e1 permitir que os EUA recupere a margem que perdeu no com\u00e9rcio da regi\u00e3o, que caiu de 53% para 35% entre 2000 e 2013, e que coincide com um aumento dram\u00e1tico da participa\u00e7\u00e3o da China na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em outro ponto, a morte de Hugo Ch\u00e1vez, a crise da Venezuela, o processo de paz na Col\u00f4mbia e as elei\u00e7\u00f5es presidenciais na Argentina, s\u00e3o fatos relevantes que, de uma forma ou de outra, estiveram presentes na C\u00fapula de Bruxelas.<\/p>\n<p>Diante deste contexto, quais s\u00e3o os avan\u00e7os concretos, tang\u00edveis e sonoros produzidos durante a C\u00fapula de Bruxelas?<\/p>\n<p>A n\u00edvel bilateral, houve um impulso de uma s\u00e9rie de propostas ap\u00f3s a conclus\u00e3o do Acordo de Associa\u00e7\u00e3o entre a Uni\u00e3o Europeia e a Am\u00e9rica Central, que est\u00e1 em vigor e que vem a ser o primeiro Acordo de Associa\u00e7\u00e3o com o componente de liberaliza\u00e7\u00e3o progressiva e rec\u00edproca de interc\u00e2mbios entre os dois blocos regionais. Ao mesmo tempo, o Equador aderiu ao Acordo Multipartido Peru-Col\u00f4mbia, e formalizou-se a isen\u00e7\u00e3o do regime de vistos para cidad\u00e3os do Peru e da Col\u00f4mbia, que agora desfrutam de um acordo de primeira divis\u00e3o com a UE, antes injustamente v\u00edtimas de discrimina\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a outros cidad\u00e3os do subcontinente que n\u00e3o desfrutam de um v\u00ednculo institucional dessa natureza.<\/p>\n<p>A UE deu continuidade a seus contatos, para o marco da Posi\u00e7\u00e3o Comum do Conselho, com vista \u00e0 conclus\u00e3o de um Acordo de Di\u00e1logo Pol\u00edtico e de Coopera\u00e7\u00e3o com Cuba.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m deu-se um impulso \u00e0 renova\u00e7\u00e3o, moderniza\u00e7\u00e3o e atualiza\u00e7\u00e3o dos Acordos de Associa\u00e7\u00e3o com o Chile e o M\u00e9xico. Desde a C\u00fapula de Santiago perdeu-se um tempo precioso e a negocia\u00e7\u00e3o com os EUA n\u00e3o deveria ser uma desculpa para que a UE chegasse tarde para beneficiar-se das vantagens que este acordo traria para o setor empresarial do nosso continente, e para as reformas constitucionais em curso em ambos os pa\u00edses \u2013 e, em particular, por seu alcance e dimens\u00e3o, ao M\u00e9xico \u2013, como p\u00f4de ser verificado na C\u00fapula Ibero-americana de Veracruz. \u00c9 evidente que ambos os processos s\u00e3o compat\u00edveis e complementares.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao Mercosul, valorizou-se a oportunidade de concluir, de uma vez por todas, um ambicioso e equilibrado acordo entre a UE e o Mercosul, com a fixa\u00e7\u00e3o de datas para a apresenta\u00e7\u00e3o de uma proposta de negocia\u00e7\u00e3o que melhore aquela feita em 2004.<\/p>\n<p>Outras \u00e1reas em que se registaram progressos foram nos \u00e2mbitos de projetos de investiga\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o e de coopera\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, com os projetos Erasmus Plus e Curie.<\/p>\n<p>Hoje, a Uni\u00e3o Europeia, apesar da crise, continua a ser o maior mercado do mundo em termos de poder aquisitivo, exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es de bens e servi\u00e7os, assim como em volume de emiss\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o de investimentos estrangeiros diretos. O Investimento Direto da UE na Am\u00e9rica Latina \u00e9 superior ao seu equivalente no Jap\u00e3o, R\u00fassia, China e \u00cdndia juntas.<\/p>\n<p>O com\u00e9rcio com a regi\u00e3o dobrou na \u00faltima d\u00e9cada, a UE tendo conseguido manter a participa\u00e7\u00e3o no mercado global de exporta\u00e7\u00e3o com cerca de 20%, apesar da ascens\u00e3o da China e os EUA e Jap\u00e3o, que viram diminuir as suas.<\/p>\n<blockquote><p>A Am\u00e9rica Latina est\u00e1 centrada na consolida\u00e7\u00e3o e na preserva\u00e7\u00e3o de suas conquistas econ\u00f4micas, o que depender\u00e1, em grande medida, da melhoria da coes\u00e3o social e do sucesso de seus projetos de integra\u00e7\u00e3o regional<\/p><\/blockquote>\n<p>Da\u00ed os super\u00e1vits na Balan\u00e7a Exterior de bens manufaturados, de servi\u00e7os e at\u00e9 mesmo de produtos agr\u00edcolas, onde a UE foi tradicionalmente deficit\u00e1ria. E tudo isso n\u00e3o foi alcan\u00e7ado porque n\u00f3s importamos menos, mas porque n\u00f3s exportamos mais.<\/p>\n<p>Mas sendo estes importantes aspectos econ\u00f4micos, comerciais e de investimento, e desejando que estes se intensifiquem, conv\u00e9m colocar mais \u00eanfase em princ\u00edpios e valores compartilhados, como o \u00a0da democracia pluralista e representativa, o respeito \u00e0 liberdade de express\u00e3o, \u00a0os direitos humanos e as liberdades fundamentais, ao imp\u00e9rio das leis, \u00e0s regras do jogo democr\u00e1tico, \u00e0 seguran\u00e7a jur\u00eddica e \u00e0 rejei\u00e7\u00e3o de qualquer forma de ditadura ou autoritarismo.<\/p>\n<p>Por outro lado, \u00e9 importante ir transitando de Agenda Bilateral a uma Agenda Global, para resolver os grandes desafios que chegam em uma escala planet\u00e1ria. A melhoria do multilateralismo efetivo \u00e9 tanto um compromisso comum como um desafio para a Associa\u00e7\u00e3o. A C\u00fapula apostou por aproveitar melhor o peso combinado da UE e da Am\u00e9rica Latina ao abordar os muitos problemas globais em que as distintas pol\u00edticas, em muitos \u00e2mbitos, poderiam e deveriam convergir. Seria altamente desej\u00e1vel para ambas as regi\u00f5es, que representam cerca de um ter\u00e7o dos Estados-Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas e do G20, assumir um maior protagonismo no cen\u00e1rio internacional. Especialmente no que tem sido chamado de &#8220;Agenda do Desgoverno&#8221;: a luta contra o terrorismo, o crime organizado e o tr\u00e1fico de drogas, em linha com o debate que acontecer\u00e1 na Assembleia Geral da ONU, em 2016; a preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente, os recursos naturais e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no contexto da Confer\u00eancia de Paris, em dezembro deste ano; a seguran\u00e7a cibern\u00e9tica; a luta contra a pobreza, seguindo a Agenda de Desenvolvimento p\u00f3s-2015; as pandemias; os conflitos regionais; os Estados falidos, etc.<\/p>\n<p>Seria interessante constatar tamb\u00e9m, neste contexto, ap\u00f3s a C\u00fapula, que as Rela\u00e7\u00f5es Transatl\u00e2nticas n\u00e3o deveriam ser somente coisa de dois, a UE e os EUA, mas coisa de tr\u00eas, envolvendo a Am\u00e9rica Latina. Se observarmos, vemos que na Alian\u00e7a do Pac\u00edfico (todos os membros t\u00eam Acordos de Livre Com\u00e9rcio com os EUA e com a UE), o NAFTA, o TTIP, o CETA (Acordo de Livre Com\u00e9rcio UE-Canad\u00e1), os Acordos de Associa\u00e7\u00e3o e Livre Com\u00e9rcio da UE e dos EUA com a Am\u00e9rica Central, todos eles representam uma rede de rela\u00e7\u00f5es comerciais na \u00e1rea atl\u00e2ntica que, com o tempo, o impulso pol\u00edtico necess\u00e1rio e os \u00a0ajustes adequados, poderiam levar a um enorme Espa\u00e7o Econ\u00f4mico Transatl\u00e2ntico (TAFTA).<\/p>\n<p>A Am\u00e9rica Latina est\u00e1 centrada na consolida\u00e7\u00e3o e\u00a0 na preserva\u00e7\u00e3o de suas conquistas econ\u00f4micas, o que depender\u00e1, em grande medida, da melhoria da coes\u00e3o social e do sucesso de seus projetos de integra\u00e7\u00e3o regional.<\/p>\n<p>Hoje, com o deslocamento do eixo econ\u00f4mico mundial do Oceano Atl\u00e2ntico para o Pac\u00edfico e o \u00edndico, a Am\u00e9rica Latina j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 perif\u00e9rica, mas central. J\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais um subcontinente emergente, mas emergido. A Europa, que \u00e9 uma sociedade cron\u00f3faga, em luta contra o tempo, que vive uma hipertrofia do imediato, do presente, tem que sair da sua abstra\u00e7\u00e3o e dar um passo decisivo na dire\u00e7\u00e3o certa. A C\u00fapula de Bruxelas representa uma excelente oportunidade para cravar, com fatos concretos, a forma da Associa\u00e7\u00e3o Estrat\u00e9gica Birregional. Agora falta o mais dif\u00edcil: passar das palavras aos atos, ou de modo pr\u00e1tico, das bem-aventuran\u00e7as aos livros de contabilidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos dias 10 e 11 de Junho realizou-se, em Bruxelas, a II C\u00fapula UE-CELAC (a VIII UE-AL), que perseguia o objetivo \u2013 como \u00e9 sabido desde a cria\u00e7\u00e3o do Mecanismo das C\u00fapulas, em 1999, que excedeu \u00a0o Di\u00e1logo Pol\u00edtico Ministerial de San Jos\u00e9 e com o Grupo do Rio \u2013 de estabelecer uma verdadeira [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[87],"class_list":["post-474619","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ideas"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v24.7 (Yoast SEO v27.7) - 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