{"id":59941,"date":"2018-10-03T00:00:00","date_gmt":"2018-10-02T22:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/llyc.global\/2018\/10\/03\/compliance-e-reputacao-na-era-da-governanca-corporativa\/"},"modified":"2018-10-03T00:00:00","modified_gmt":"2018-10-02T22:00:00","slug":"compliance-e-reputacao-na-era-da-governanca-corporativa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/llyc.global\/pt-br\/ideas\/compliance-e-reputacao-na-era-da-governanca-corporativa\/","title":{"rendered":"Compliance e reputa\u00e7\u00e3o na era da governan\u00e7a corporativa"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section bb_built=&#8221;1&#8243;][et_pb_row][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_image admin_label=&#8221;Bot\u00f3n web&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243; src=&#8221;https:\/\/ideasbr.llorenteycuenca.com\/wp-content\/uploads\/sites\/8\/2018\/09\/Boton_web_informe_BR-1.jpg&#8221; url=&#8221;https:\/\/ideasbr.llorenteycuenca.com\/wp-content\/uploads\/sites\/8\/2018\/10\/181008_DI_informe_Compliance_BR.pdf&#8221; url_new_window=&#8221;on&#8221; \/][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio, a evolu\u00e7\u00e3o do <em>compliance<\/em> tem sido marcada por esc\u00e2ndalos de corrup\u00e7\u00e3o. Foram essas crises que levaram \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o de novos regula\u00e7\u00f5es e obriga\u00e7\u00f5es legais. Em suas origens, os programas de <em>compliance<\/em> foram implantados para eximirem-se de responsabilidade e, em quase todos os casos, por obriga\u00e7\u00f5es legais externas. No entanto, ao longo do tempo, e especialmente ap\u00f3s os casos de empresas que sofreram esc\u00e2ndalos, tanto os programas de <em>compliance<\/em> e os c\u00f3digos de conduta, assim como a implementa\u00e7\u00e3o dos <em>compliance officers<\/em> tornaram-se obrigat\u00f3rios. Inclusive, retornaram com um novo prop\u00f3sito diferente do original: recuperar a <strong>reputa\u00e7\u00e3o institucional<\/strong>.<\/p>\n<p>Devemos identificar os desafios, os riscos e transform\u00e1-los em oportunidades. <strong>O <em>compliance<\/em> \u00e9 uma oportunidade para que as empresas sejam geridas de maneira mais transparente e eficiente<\/strong>. \u00c9 uma \u00e1rea que avan\u00e7a r\u00e1pido e est\u00e1 ganhando terreno.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=npBL3zFVHnE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Matthias Kleinhempel<\/a>, professor especialista do Centro de Governan\u00e7a e Transpar\u00eancia do IAE, da Universidade Austral<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>, assinala desafios que mesmo o <em>compliance <\/em>deve enfrentar, uma vez que sua efic\u00e1cia \u00e9 muito dif\u00edcil ou imposs\u00edvel de medir. Apresenta dois grandes desafios, especialmente no caso das transnacionais. O primeiro est\u00e1 relacionado \u00e0 dificuldade de mapear o risco \u00e9tico e de conformidade.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 necess\u00e1rio ter um mapa de risco efetivo<\/strong>, pois \u00e9 o que permite que os recursos sejam alocados de maneira correta e resulta em um bom indicador da ado\u00e7\u00e3o dos c\u00f3digos por parte da lideran\u00e7a da empresa. Este \u00faltimo \u00e9 crucial, j\u00e1 que depende do comportamentos e aspectos psicol\u00f3gicos e culturais, com ou sem atos indevidos.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_video _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243; src=&#8221;https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=npBL3zFVHnE&#8221; \/][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<p><strong>O segundo grande desafio tem a ver com o <em>compliance<\/em> de terceiros ou fornecedores<\/strong>. As investiga\u00e7\u00f5es de cadeias de valor de terceiros s\u00e3o complicadas, assim como aquelas relacionadas a atividades terceirizadas. De acordo com Kleinhempel, em investiga\u00e7\u00f5es conduzidas a partir de entrevistas com os <em>compliance officers<\/em>, 70% deles n\u00e3o sabem o que est\u00e1 acontecendo nas cadeias de suprimentos. A auditoria deve ser refor\u00e7ada, assim como ser realizado o monitoramento de rotina do conjunto de fornecedores. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel promover treinamentos na \u00e1rea de comunica\u00e7\u00e3o e transpar\u00eancia, bem como estabelecer cl\u00e1usulas de rescis\u00e3o em caso de viola\u00e7\u00f5es \u00e9ticas.<\/p>\n<p>Por outro lado, h\u00e1 alguns aspectos observ\u00e1veis que s\u00e3o importantes destacar. Um deles tem a ver com a<strong> import\u00e2ncia que o respons\u00e1vel pela conformidade est\u00e1 adquirindo nos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina<\/strong> e, particularmente, na Am\u00e9rica do Sul. Agora, segundo Kleinhempel, 30% reportam diretamente ao CEO ou ao conselho, quase 50% deles participam das decis\u00f5es estrat\u00e9gicas das empresas e podem influenciar e alcan\u00e7ar mudan\u00e7as no modelo de neg\u00f3cio quando o consideram arriscado. Ao todo, 50% destes se re\u00fanem periodicamente com os CEOs, e 60% com o Conselho, a cada trimestre do ano.<\/p>\n<p>Segundo Kleinhempel, encontramos duas <strong>tend\u00eancias<\/strong> principais que devemos observar no <em>compliance<\/em>. A primeira \u00e9 a<strong> cria\u00e7\u00e3o de uma aut\u00eantica cultura de <em>compliance<\/em><\/strong>, baseada na \u00e9tica. N\u00e3o importa qu\u00e3o bons sejam os procedimentos implementados, uma vez que eles ser\u00e3o ineficazes se n\u00e3o criarmos uma verdadeira &#8220;cultura de\u00a0<em>compliance<\/em>&#8221; na organiza\u00e7\u00e3o, que liga o v\u00e9rtice executivo da empresa \u00e0 base geral de colaboradores.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;Cita&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243; background_color=&#8221;#f2e2c1&#8243; border_radii=&#8221;on|0px|0px|0px|0px&#8221; text_orientation=&#8221;center&#8221; custom_padding=&#8221;30px|30px|30px|30px&#8221;]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><em>Cerca de 80% dos respons\u00e1veis pela conformidade consideram que a tecnologia tem um grande impacto no compliance.\u00a0O Big Data e a Data Analytics, permitem uma melhor segmenta\u00e7\u00e3o, melhor monitoramento de riscos\u00a0<\/em><\/h2>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<p>Como h\u00e1 cada vez menos incentivos guiados pela lei, o <em>compliance\u00a0<\/em>baseia-se mais em princ\u00edpios do que em regras. Mais do que cumprir normas e regulamentos, <strong>trata-se de como as empresas tomam boas decis\u00f5es em situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis<\/strong>. Portanto, a <em>decision making<\/em>, os princ\u00edpios \u00e9ticos e a lideran\u00e7a adquiriram muita relev\u00e2ncia. Os grandes esc\u00e2ndalos dos \u00faltimos anos se deram, principalmente, em raz\u00e3o de problemas e falhas na lideran\u00e7a \u00e9tica. Por essa raz\u00e3o, os programas de <em>compliance<\/em> devem ter como <strong>p\u00fablico<\/strong> alvo aqueles <strong>executivos<\/strong> e <strong>colaboradores<\/strong> que precisam de orienta\u00e7\u00e3o e ajuda em casos de tenta\u00e7\u00e3o ou, at\u00e9 mesmo, extors\u00e3o. O compromisso do conselho \u00e9 fundamental, pois eles decidir\u00e3o a cultura da empresa.<\/p>\n<p>Os treinamentos de <em>compliance<\/em> provaram ser ineficazes e chatos. A educa\u00e7\u00e3o deve acontecer, cada vez mais, diante dos dilemas e de situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis a enfrentar. Essas circunst\u00e2ncias admitem que as empresas operam em uma \u00e1rea cinzenta e que t\u00eam problemas dif\u00edceis de resolver e n\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o correta. As companhias devem ir al\u00e9m do <em>compliance<\/em> e enxergar o comportamento humano para que cumpram sua fun\u00e7\u00e3o de preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Uma segunda grande tend\u00eancia tem a ver com a tecnologia<\/strong>. Muitas companhias est\u00e3o atrasadas e comprometidas com uma grande quantidade de dados. Cerca de 80% dos respons\u00e1veis pela conformidade consideram que a tecnologia tem um grande impacto no <em>compliance<\/em>. O <em>Big Data<\/em> e a <em>Data Analytics<\/em>, por exemplo, permitem uma melhor segmenta\u00e7\u00e3o, melhor monitoramento de riscos e melhor identifica\u00e7\u00e3o das necessidades dos executivos, a fim de proporcionar uma educa\u00e7\u00e3o mais <em>ad hoc<\/em> de suas atividades.t<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;Cita&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243; background_color=&#8221;#f2e2c1&#8243; border_radii=&#8221;on|0px|0px|0px|0px&#8221; text_orientation=&#8221;center&#8221; custom_padding=&#8221;30px|30px|30px|30px&#8221;]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><em>O compliance teve in\u00edcio em uma abordagem legal.\u00a0Posteriormente, a \u00e9tica foi incorporada\u00a0e, finalmente, hoje se utiliza uma abordagem a partir da \u00f3tica do comportamento<\/em><\/h2>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<p><strong>A revolu\u00e7\u00e3o digital est\u00e1 impondo novas formas de se relacionar dentro e fora da empresa<\/strong>. Cada vez mais pessoas trabalham em nuvem, em plataformas digitais que eliminam camadas de burocracia e de gerenciamento. Tamb\u00e9m \u00e9 crescente o n\u00famero de empresas que deslocam equipes ou unidades de neg\u00f3cios para torn\u00e1-los mais \u00e1geis e libert\u00e1-los da rigidez das grandes corpora\u00e7\u00f5es. Da mesma forma, novos riscos e responsabilidades inerentes ao uso de algoritmos na an\u00e1lise de dados e no uso de <a href=\"https:\/\/www.icemd.com\/digital-knowledge\/articulos\/empresa-4-0-big-data-e-inteligencia-artificial\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">intelig\u00eancia artificial<\/a> tamb\u00e9m surgem. Sem d\u00favida, existem desafios \u00e9ticos e legais que dizem respeito diretamente \u00e0 <em>corporate compliance<\/em>, al\u00e9m da quest\u00e3o da prote\u00e7\u00e3o de dados. \u00c9 essencial que as \u00e1reas de Risco e de\u00a0<em>compliance<\/em> comecem a gerir, em seu campo de compet\u00eancia, esse mundo cibern\u00e9tico que se apresenta de maneira inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p>O <em>compliance<\/em> teve in\u00edcio em uma abordagem legal, que ent\u00e3o parecia ineficaz, mas que fornecia ferramentas e uma estrutura para uma melhor gest\u00e3o e uma melhoria na reputa\u00e7\u00e3o das empresas. Posteriormente, a \u00e9tica foi incorporada e, finalmente, hoje se utiliza uma <strong>abordagem a partir da \u00f3tica do comportamento<\/strong>. Muitas vezes os programas j\u00e1 n\u00e3o se chamam apenas de <em>compliance<\/em>, est\u00e3o sendo renomeados, pois se concentram mais em aspectos de integridade e \u00e9tica do que em aspectos unicamente jur\u00eddicos.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[et_pb_section bb_built=&#8221;1&#8243;][et_pb_row][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_image admin_label=&#8221;Bot\u00f3n web&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243; src=&#8221;https:\/\/ideasbr.llorenteycuenca.com\/wp-content\/uploads\/sites\/8\/2018\/09\/Boton_web_informe_BR-1.jpg&#8221; url=&#8221;https:\/\/ideasbr.llorenteycuenca.com\/wp-content\/uploads\/sites\/8\/2018\/10\/181008_DI_informe_Compliance_BR.pdf&#8221; url_new_window=&#8221;on&#8221; \/][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;] Desde o in\u00edcio, a evolu\u00e7\u00e3o do compliance tem sido marcada por esc\u00e2ndalos de corrup\u00e7\u00e3o. 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