{"id":144161,"date":"2024-11-14T09:21:30","date_gmt":"2024-11-14T08:21:30","guid":{"rendered":"https:\/\/llyc.global\/?p=144161"},"modified":"2024-11-19T10:51:55","modified_gmt":"2024-11-19T09:51:55","slug":"quero-tudo-e-quero-o-agora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/quero-tudo-e-quero-o-agora\/","title":{"rendered":"Quero tudo e quero-o agora"},"content":{"rendered":"<p>Desde que foi lan\u00e7ada nos anos 80 e se tornou num grande \u00eaxito comercial, a famosa can\u00e7\u00e3o <em>I Want it All<\/em> dos Queen nunca foi t\u00e3o relevante como agora. Ouvi-a in\u00fameras vezes em casa &#8211; consequ\u00eancia de ter uma m\u00e3e que era grande f\u00e3 de Freddie Mercury &#8211; mas agora vem-me muitas vezes \u00e0 cabe\u00e7a porque acho que pode ser o hino do nosso tempo.<\/p>\n<p>O tempo \u00e9 um bem precioso e escasso, e o sentimento de urg\u00eancia ecoa mais do que nunca na sociedade atual. O mundo da constru\u00e7\u00e3o de marcas, como \u00e9 \u00f3bvio, n\u00e3o fica de fora.<\/p>\n<p>Queremos marcas que se comprometam, que tenham valores e que sejam coerentes com os mesmos. Mas a vida \u00e9 urgente e a nossa impaci\u00eancia tamb\u00e9m: t\u00eam de ser empenhadas e coerentes de uma forma radical, j\u00e1, aqui e agora. E colocar a impaci\u00eancia contempor\u00e2nea, o prop\u00f3sito e a pol\u00edtica na era da polariza\u00e7\u00e3o no mesmo misturador faz a tempestade perfeita.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<h3>O T\u00c3O AMADO E ODIADO OBJETIVO<\/h3>\n<p>&nbsp;<br \/>\nNos \u00faltimos tempos, o \u201cobjetivo\u201d passou a acompanhar-nos como a palavra-chave do marketing. Os estudos confirmam que os consumidores atuais n\u00e3o s\u00f3 querem produtos e servi\u00e7os de qualidade, como tamb\u00e9m exigem que as marcas assumam e demonstrem um compromisso genu\u00edno com os desafios sociais, ambientais e governamentais. As tend\u00eancias de consumo dizem que compramos \u00e0s empresas que refletem os nossos valores pessoais, porque isso nos ajuda a sentirmo-nos parte da solu\u00e7\u00e3o para estes problemas, e boicotamos e n\u00e3o compramos \u00e0quelas que n\u00e3o o fazem, porque sentimos, da mesma forma, que assim n\u00e3o perpetuamos os problemas do planeta.<\/p>\n<p>Grandes multinacionais de todo o mundo, em v\u00e1rios setores de consumo, adotaram esta filosofia e desenvolveram planos de sustentabilidade e responsabilidade social que procuram n\u00e3o s\u00f3 reduzir a sua pegada ambiental, mas tamb\u00e9m promover a igualdade e o bem-estar nas comunidades onde operam. Entretanto, as empresas em fase de arranque j\u00e1 nasceram com estes novos princ\u00edpios de impacto social positivo e, por conseguinte, constru\u00edram os seus modelos de neg\u00f3cio e hist\u00f3rias de marca com base em novos valores e princ\u00edpios \u00e9ticos.<\/p>\n<p>No entanto, no meio de ambas as realidades, este conceito de objetivo teve tempo para gerar polariza\u00e7\u00e3o entre os profissionais de constru\u00e7\u00e3o das marcas, e \u00e9 poss\u00edvel encontrar reflex\u00f5es opostas quanto ao n\u00edvel de <em>greenwashing<\/em> ou de maquiniza\u00e7\u00e3o. Foi at\u00e9 capaz de, por vezes, elogiar <em>CEO<\/em> ativistas e, da mesma forma, expulsar das empresas outros que o defenderam.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<h3>AS MARCAS N\u00c3O POLARIZAM, A POL\u00cdTICA POLARIZA<\/h3>\n<p>&nbsp;<br \/>\nQuando as marcas se posicionam, est\u00e3o expostas \u00e0 polariza\u00e7\u00e3o, porque esta se encontra na pol\u00edtica. As rea\u00e7\u00f5es dos consumidores oscilam entre o mais alto n\u00edvel de lealdade, <em>love brand<\/em>, e o mais alto n\u00edvel de hostilidade p\u00fablica, <em>brand rage<\/em>. Um bom exemplo desta tend\u00eancia \u00e9 a j\u00e1 famosa campanha de uma conhecida marca de t\u00e9nis protagonizada por Colin Kaepernick. Muitos americanos elogiaram a campanha, enquanto outros apelaram a um boicote \u00e0 marca e queimaram os seus t\u00e9nis em p\u00fablico.<\/p>\n<p>E o decl\u00ednio do consenso a n\u00edvel social \u00e9 um grande desafio para as marcas, especialmente para as maiores e mais poderosas. O posicionamento desse tipo de marcas est\u00e1 normalmente \u00e0 merc\u00ea de um espectro de valores alargado e inclusivo. E isto choca de frente com uma sociedade que \u00e9 bipolar na express\u00e3o dos valores que a sustentam, como assinalam Miller e Bolte. No nosso tempo, os valores e as causas sociais est\u00e3o profundamente politizados e \u00e9 nesta intersec\u00e7\u00e3o que as marcas e a polariza\u00e7\u00e3o se encontram.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<h3>A IMPORT\u00c2NCIA DE QUEM TRANSMITE A MENSAGEM<\/h3>\n<p>&nbsp;<br \/>\nA Gera\u00e7\u00e3o Z prefere a autenticidade e a proximidade entre os pares \u00e0s mensagens tradicionais das empresas. Prefere ouvir os seus pares do que as grandes empresas. Isto coloca um desafio adicional \u00e0s marcas: j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de saber se falo ou n\u00e3o de objetivos, com que causa social me identifico, mas, em \u00faltima an\u00e1lise, talvez a oportunidade n\u00e3o esteja no qu\u00ea, mas em quem.<\/p>\n<p>O mensageiro \u00e9 o maior obst\u00e1culo ou o facilitador. As novas gera\u00e7\u00f5es procuram a autenticidade e, por isso, as marcas t\u00eam o duplo desafio, bem como a oportunidade, de conceber estrat\u00e9gias de influ\u00eancia para desenvolver o seu objetivo, em que os KOL, os colaboradores, os macro, micro e nano influenciadores t\u00eam todos um lugar, de modo a que a sua autoridade atue como um melhor mensageiro do que a das empresas.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<h3>QUALQUER PROCESSO DE TRANSFORMA\u00c7\u00c3O NECESSITA DE TEMPO<\/h3>\n<p>&nbsp;<br \/>\nEstamos a ver que o envolvimento social j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o, mas sim uma necessidade. Que a chave \u00e9 lev\u00e1-lo a cabo de uma forma aut\u00eantica e consciente, escolhendo os emissores que trazem consigo a maior autenticidade. E assumir que, quando tomamos uma posi\u00e7\u00e3o sobre quest\u00f5es e valores sociais, nos aproximamos do pol\u00edtico. E nessa altura, portanto, e inevitavelmente, a polariza\u00e7\u00e3o est\u00e1 garantida.<\/p>\n<p>Mas, o que dizer do fator tempo nesta era de polariza\u00e7\u00e3o? Tenho a sensa\u00e7\u00e3o de que a impaci\u00eancia alimenta essa polariza\u00e7\u00e3o, sendo o pior terreno f\u00e9rtil. Vejo frequentemente uma procura exagerada das marcas. Pedimos-lhes que sejam extremamente coerentes nas suas a\u00e7\u00f5es, decis\u00f5es e mensagens, mesmo quando elas pr\u00f3prias reconhecem e comunicam que os seus planos de mudan\u00e7a levar\u00e3o tempo, mesmo d\u00e9cadas. H\u00e1 algo de tremendamente positivo nestas queixas \u00e0s marcas, porque reafirmam a import\u00e2ncia das marcas como agentes sociais e como refer\u00eancias positivas de mudan\u00e7a. Mas tamb\u00e9m sinto que muitas vezes perdemos de vista o facto de que qualquer processo de mudan\u00e7a ou evolu\u00e7\u00e3o leva tempo. At\u00e9 porque, se n\u00e3o dermos tempo a uma marca para avan\u00e7ar no sentido de um impacto positivo na sociedade, no ambiente e na governa\u00e7\u00e3o, esta pode achar que n\u00e3o vale a pena tentar, que a polariza\u00e7\u00e3o \u00e9 uma moeda que n\u00e3o quer pagar, e concentrar-se no que lhe d\u00e1 resultados comerciais a curto prazo. Tenho a sensa\u00e7\u00e3o de que isso seria uma pena, mas \u00e9 claro que pode sempre haver quem veja as coisas ao contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde que foi lan\u00e7ada nos anos 80 e se tornou num grande \u00eaxito comercial, a famosa can\u00e7\u00e3o I Want it All dos Queen nunca foi t\u00e3o relevante como agora. 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