{"id":449390,"date":"2025-12-10T08:58:05","date_gmt":"2025-12-10T07:58:05","guid":{"rendered":"https:\/\/llyc.global\/?p=449390"},"modified":"2025-12-12T15:03:13","modified_gmt":"2025-12-12T14:03:13","slug":"social-matter-o-ano-em-que-a-relevancia-se-tornou-estrategia-vol-04","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/marketing\/tendencias\/social-matter-o-ano-em-que-a-relevancia-se-tornou-estrategia-vol-04\/","title":{"rendered":"SOCIAL MATTER, O ANO EM QUE A RELEV\u00c2NCIA SE TORNOU ESTRAT\u00c9GIA &#8211; VOL 04"},"content":{"rendered":"<p>O 2025 consolidou a IA como uma ferramenta tecnol\u00f3gica e tamb\u00e9m conseguiu instalar-se na conversa cultural e na estrat\u00e9gia de marca. Passaram da experimenta\u00e7\u00e3o \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, integrando a IA na criatividade, campanhas, estrat\u00e9gias\u2026 Num ano cheio de mudan\u00e7as, algo permaneceu constante: o valor das marcas que importam, tamb\u00e9m no ecossistema social.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<h3>1. O ANO EM QUE A IA PASSOU DE FERRAMENTA A LINGUAGEM<\/h3>\n<p><strong>De ferramenta de marca a motor de cultura pop<\/strong><\/p>\n<p>As marcas adotaram a <strong>IA seguindo dois grandes caminhos estrat\u00e9gicos<\/strong>. Por um lado, vemos a <strong>IA funcional<\/strong>, focada na otimiza\u00e7\u00e3o de processos e na personaliza\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o; por outro, a <strong>IA criativa<\/strong>, que utiliza a tecnologia generativa como um <strong>novo suporte para a criatividade e a comunica\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>Ambas estrat\u00e9gias procuram um lugar no ecossistema da marca. A funcional encontra-se em ferramentas como <a href=\"https:\/\/www.reasonwhy.es\/actualidad\/ralph-lauren-ask-ralph-agente-inteligencia-artificial\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8216;Ask Ralph&#8217; da Ralph Lauren<\/a>, um agente de IA para clienteling de luxo. A IA criativa torna-se vis\u00edvel no uso de marcas como <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DQUpzTqDn_X\/?igsh=MXFydDNuMGt5bHYwdA==\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">IKEA<\/a> para se juntar \u00e0 conversa nas redes sociais usando a IA na gera\u00e7\u00e3o de conte\u00fado.<\/p>\n<p>Paralelamente, surgiu uma terceira for\u00e7a: a <strong>IA como motor<\/strong> <strong>de<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/pulse\/pop-culture-playbook-turning-trends-brand-power-ujwle\/?trackingId=uOnsv4wTSMizv6t18fbxSA%3D%3D\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">cultura pop<\/a>. As grandes tend\u00eancias (como o filtro <a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/danidiplacido\/2025\/03\/27\/the-ai-generated-studio-ghibli-trend-explained\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> &#8220;Studio Ghibli&#8221;<\/a> ou os virais do Dall-E) j\u00e1 n\u00e3o nascem das marcas, mas da audi\u00eancia. O desafio j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 apenas usar a IA (seja funcional ou expressiva), mas <strong>entender e conectar com a <a href=\"https:\/\/www.adweek.com\/media\/viral-nation-launches-the-culture-quotient-measurement-at-brandweek\/?utm_source=Iterable&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=campaign_15548953_ADWEEK_Daily_251103&amp;lctg=2b6c1e0c-553b-49ff-95a2-be601648d0ae\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">cultura<\/a> que a pr\u00f3pria tecnologia est\u00e1 a gerar.<\/strong><br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<h3>2. A VIRAGEM PARA A CONFIAN\u00c7A: AS PESSOAS CONFIAM EM PESSOAS<\/h3>\n<p><strong>O poder volta \u00e0s vozes aut\u00eanticas e \u00e0s comunidades<\/strong><\/p>\n<p>A confian\u00e7a deslocou-se dos logos para as pessoas. Uma mensagem tem <strong>561% mais alcance<\/strong> se for partilhada pelas pessoas da conta oficial, e as suas redes s\u00e3o <a href=\"https:\/\/blackpooldigital.com\/blog\/por-que-el-perfil-de-linkedin-del-ceo-es-uno-de-los-mejores-activos-de-marca\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">10 vezes maiores que as da pr\u00f3pria empresa<\/a>. O Social Leadership deixou de ser uma op\u00e7\u00e3o para se tornar a estrat\u00e9gia de alcance mais eficaz.<\/p>\n<p>No setor do luxo tamb\u00e9m se est\u00e1 a produzir uma viragem interessante. Muitas marcas reduziram a presen\u00e7a de grandes influencers nos seus eventos, saturadas por uma exposi\u00e7\u00e3o que gera likes mas n\u00e3o impacto real no neg\u00f3cio nem valor para a marca. Em vez disso, apostam em perfis com hist\u00f3ria e credibilidade, como desportistas, empres\u00e1rios, atores ou m\u00fasicos. O foco passa da apar\u00eancia para o significado: <strong><a href=\"https:\/\/elpais.com\/smoda\/moda\/2025-10-24\/las-influencers-ya-no-estan-invitadas-por-que-las-marcas-de-moda-se-han-cansado-de-los-likes.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">menos posar e mais aportar<\/a><\/strong>, menos ru\u00eddo e mais voz pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>Estes dois fen\u00f3menos apontam para a mesma conclus\u00e3o: <strong>o poder reside na comunidade.<\/strong> O desafio j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 criar uma comunidade com uma hashtag, <strong>mas encontrar as comunidades que j\u00e1 existem, entender os seus c\u00f3digos e construir a partir delas<\/strong>, ganhando o direito a participar.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<h3>3. NOSTALGIA, TEXTURA E VERDADE: PORQUE O TANG\u00cdVEL VOLTA A IMPORTAR<\/h3>\n<p><strong>A revaloriza\u00e7\u00e3o do tang\u00edvel na era digital<\/strong><\/p>\n<p>Este ano, as marcas movimentaram-se entre dois polos complementares. Por um lado, a <strong>ado\u00e7\u00e3o da IA para gerar novos universos visuais<\/strong> (como a recente campanha da <a href=\"https:\/\/vm.tiktok.com\/ZNdEj3Vjc\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Coca-Cola<\/a>); por outro, a <strong>tend\u00eancia Back to Basics<\/strong>, que recupera a materialidade e os processos f\u00edsicos. Longe de serem estrat\u00e9gias opostas, coexistem no mercado: enquanto a tecnologia permite escalar a criatividade, o artesanal aporta uma camada de textura e calor que ajuda certas marcas a destacar-se no ambiente digital.<\/p>\n<p>Esta aposta pela tangibilidade \u00e9 vis\u00edvel em l\u00edderes de diferentes setores. <a href=\"https:\/\/www.reasonwhy.es\/actualidad\/apple-tv-estrena-identidad-nueva-intro-proceso-artesanal\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Apple TV+ renovou a sua identidade visual<\/a> recorrendo a processos manuais e captura real em c\u00e2mera, optando pela f\u00edsica dos objetos em vez da gera\u00e7\u00e3o por computador para a sua nova intro. No mundo do luxo, <a href=\"https:\/\/highxtar.com\/jacquemus-ss26-y-el-arte-de-vestir-la-nostalgia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jacquemus<\/a> transcendou a moda para voltar \u00e0s ra\u00edzes, sua origem, o campo, o tang\u00edvel.<\/p>\n<p>Nesse sentido, o formato f\u00edsico tamb\u00e9m vive um ressurgir, com exemplos como as comunidades digitais de leitura que se materializam em <a href=\"https:\/\/www.elperiodico.com\/es\/ocio-y-cultura\/20250720\/ariane-hoyos-influencer-alimenta-huracan-118883922\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">clubes de leitura f\u00edsicos liderados por criadores<\/a>, ou o crescimento constante do <a href=\"https:\/\/musically.com\/2025\/01\/29\/vinyl-alliance-study-hails-gen-zs-record-collecting-appetite\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">vinil<\/a> impulsionado pela Gera\u00e7\u00e3o Z que procura um descanso da conex\u00e3o digital. Na mesma linha, hobbies cl\u00e1ssicos e tang\u00edveis como a costura, a cer\u00e2mica, o <a href=\"https:\/\/www.lavozdegalicia.es\/noticia\/yes\/2025\/03\/08\/hobbies-clasicos-reconquistan-jovenes\/0003_202503SY8P18991.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">crochet ou tric\u00f4<\/a> est\u00e3o a reconquistar a Gera\u00e7\u00e3o Z, que rompe preconceitos no lazer, procura fugir das telas no seu tempo livre e opta por atividades criativas.<\/p>\n<p>O movimento de <strong>o &#8220;retro&#8221; e o manual<\/strong> tornou-se um <strong>potente ativo de comunica\u00e7\u00e3o nas redes sociais<\/strong>, pois mostrar processos humanos e texturas reais gera alto impacto visual face \u00e0 imagem digital pura. Este <strong>&#8220;regresso ao b\u00e1sico&#8221;<\/strong> responde a uma necessidade e prefer\u00eancia da audi\u00eancia, enraizada na nostalgia e na procura de autenticidade.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<h3>4. DA EXPOSI\u00c7\u00c3O AO V\u00cdNCULO: QUANDO A QUALIDADE E A INTEN\u00c7\u00c3O SUBSTITU\u00cdRAM A CONST\u00c2NCIA<\/h3>\n<p><strong>As redes sociais deixaram de ser um \u00e1lbum de fotos p\u00fablico<\/strong><\/p>\n<p>As redes sociais j\u00e1 n\u00e3o premiam a presen\u00e7a constante, mas <strong>o conte\u00fado com inten\u00e7\u00e3o<\/strong>. Publicar por publicar deixou de funcionar: hoje construir marca em social exige pensar, planear e <strong>aportar significado<\/strong>.<\/p>\n<p>O algoritmo do interesse dita as regras. Personaliza o que vemos e decide o que vive e o que morre no feed. Para as marcas, compreender gostos e insights n\u00e3o \u00e9 suficiente; importa como se responde a eles. Refer\u00eancias como VICIO, MilfShakes ou Nude Project demonstram isso ao adotar <a href=\"https:\/\/www.cyberclick.es\/numerical-blog\/del-always-on-al-always-drop-la-estrategia-de-contenidos-actual-para-social-media\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estrat\u00e9gias baseadas em drops<\/a>, conte\u00fado pensado para entreter e gerar expectativa. N\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o est\u00e9tica ou tend\u00eancia: \u00e9 uma necessidade do canal (qualidade frente \u00e0 quantidade). Se uma marca quer relev\u00e2ncia, deve adaptar a sua estrat\u00e9gia ao <strong>que o algoritmo e o p\u00fablico demandam.<\/strong><\/p>\n<p>Bem-vindos \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.elpublicista.es\/articulos\/la-cconomia-de-la-fascinacion\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">era da fascina\u00e7\u00e3o<\/a>. Primeiro competimos para vender. Depois para captar aten\u00e7\u00e3o. Hoje competimos para fascinar. J\u00e1 n\u00e3o basta ser vis\u00edvel: \u00e9 preciso provocar aten\u00e7\u00e3o estendida, aquela que convida a mergulhar num universo. N\u00e3o vence o ef\u00e9mero, mas o inesperado, o sublime, o memor\u00e1vel, o que aporta valor. A fascina\u00e7\u00e3o cria v\u00ednculo emocional e ativa o FOMO que mant\u00e9m as comunidades em torno de uma marca.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O 2025 consolidou a IA como uma ferramenta tecnol\u00f3gica e tamb\u00e9m conseguiu instalar-se na conversa cultural e na estrat\u00e9gia de marca. Passaram da experimenta\u00e7\u00e3o \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, integrando a IA na criatividade, campanhas, estrat\u00e9gias\u2026 Num ano cheio de mudan\u00e7as, algo permaneceu constante: o valor das marcas que importam, tamb\u00e9m no ecossistema social. &nbsp; 1. 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