{"id":463372,"date":"2026-05-12T09:00:35","date_gmt":"2026-05-12T07:00:35","guid":{"rendered":"https:\/\/llyc.global\/?p=463372"},"modified":"2026-05-12T11:48:47","modified_gmt":"2026-05-12T09:48:47","slug":"a-olhar-geopolitico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/a-olhar-geopolitico\/","title":{"rendered":"A Olhar Geopol\u00edtico"},"content":{"rendered":"<p>A invas\u00e3o russa da Ucr\u00e2nia e o segundo <strong>mandato de Donald Trump<\/strong> s\u00e3o a soma que p\u00f4s fim a uma longa etapa nas rela\u00e7\u00f5es internacionais. Os europeus precisam de despertar e de se adaptar a uma realidade diferente, muito mais adversa. Os dirigentes empresariais e os quadros diretivos n\u00e3o podem permanecer alheios \u00e0s mudan\u00e7as em curso, <strong>porque a reconfigura\u00e7\u00e3o do poder no \u00e2mbito internacional tornou-se a primeira fonte de riscos e oportunidades para as suas empresas.<\/strong><\/p>\n<p>O objetivo da prosperidade global, central durante os trinta anos que sucederam \u00e0 queda do muro de Berlim, cede o seu lugar ao imperativo da seguran\u00e7a, entendida em chave nacional e como um conceito expansivo. Passamos da efici\u00eancia \u00e0 resist\u00eancia.<\/p>\n<blockquote><p><strong>&#8220;Assistimos ao tr\u00e2nsito de uma ordem liberal global para uma mentalidade estendida de soma zero, baseada em rela\u00e7\u00f5es de poder nas quais deve haver sempre vencedores e vencidos.&#8221;<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Avan\u00e7a uma desglobaliza\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica num mundo, no entanto, muito interconectado. O Direito Internacional desvaloriza-se a favor de uma competi\u00e7\u00e3o baseada na lei do mais forte.<\/p>\n<p>Assistimos de novo a uma <strong>confronta\u00e7\u00e3o entre dois grandes pa\u00edses, Estados Unidos face \u00e0 China.<\/strong> Trata-se de uma nova guerra fria, bem distinta da primeira. A China teceu uma alian\u00e7a sem limites com a R\u00fassia e projeta a sua ambi\u00e7\u00e3o global cada vez com mais assertividade. Os Estados Unidos retiram-se, mas \u00e9 um isolamento compat\u00edvel com puls\u00f5es imperialistas, de Venezoela ao Ir\u00e3o. A sua ren\u00fancia a ser fornecedor de bens p\u00fablicos globais debilita a rela\u00e7\u00e3o com os seus aliados na Europa e na \u00c1sia, por muito que estes se revelem imprescind\u00edveis em situa\u00e7\u00f5es cr\u00edticas como as que atravessamos estas semanas.<\/p>\n<p>A grande maioria dos pa\u00edses do chamado Sul Global n\u00e3o toma partido. Alguns deles, pot\u00eancias emergidas, triangulam com efic\u00e1cia, aproveitam as vantagens de se multi-alinharem e tiram partido da rivalidade entre as duas superpot\u00eancias. <strong>S\u00e3o os casos da \u00cdndia, Ar\u00e1bia Saudita, Brasil, \u00c1frica do Sul ou Emirados.<\/strong><\/p>\n<p>Os<strong> Estados Unidos<\/strong> impugnam o mundo que criaram e que tanto beneficiou os seus cidad\u00e3os e empresas, porque entendem que as solu\u00e7\u00f5es de outrora s\u00e3o agora a causa dos seus problemas. O regresso de Donald Trump ao poder no seu segundo mandato foi uma m\u00e1 not\u00edcia para a Europa.<strong> A segunda presid\u00eancia do magnata nova-iorquino \u00e9 um triplo choque para a defesa, a economia e a democracia do continente.<\/strong><\/p>\n<p>Nem a Uni\u00e3o nem os Estados-membros t\u00eam os meios e a coes\u00e3o para conseguir num prazo breve a autonomia estrat\u00e9gica com que enfrentar o enfraquecimento da rela\u00e7\u00e3o transatl\u00e2ntica e as amea\u00e7as de seguran\u00e7a crescentes; em primeiro lugar, o expansionismo russo. A enorme depend\u00eancia europeia dos Estados Unidos na defesa e tecnologia, e em boa medida na energia, n\u00e3o permite improvisar alternativas rapidamente. As press\u00f5es em aumento desde Washington \u2014 no com\u00e9rcio, regula\u00e7\u00e3o digital, investimento na defesa, san\u00e7\u00f5es, apoio a partidos de extrema-direita \u2014 afetam seriamente os europeus, que se perguntam como gerir esta nova doutrina norte-americana de <strong>\u201cunilateralismo agressivo\u201d<\/strong>, na denomina\u00e7\u00e3o sugerida no ver\u00e3o passado por Jake Sullivan no Aspen Institute.<\/p>\n<p>Os novos passos da China na sua competi\u00e7\u00e3o pela hegemonia global completam este panorama geopol\u00edtico complexo. Sob a lideran\u00e7a de Xi Jinping, o pa\u00eds asi\u00e1tico j\u00e1 n\u00e3o \u201cascende\u201d mas \u201cluta\u201d, nas palavras do embaixador Kevin Rudd. Procura a influ\u00eancia global atrav\u00e9s da tecnologia, do com\u00e9rcio, dos investimentos, da diplomacia e de umas for\u00e7as armadas em crescimento acelerado. Faz isto por raz\u00f5es de seguran\u00e7a interna, para manter o controlo f\u00e9rreo do partido comunista chin\u00eas sobre o regime capitalista-leninista criado por Deng Xiaoping. Pequim precisa de continuar a exportar, de assegurar o fornecimento de alimentos, energia e mat\u00e9rias-primas, de desativar as minorias em Xinjiang, Tibete, Hong Kong, de avan\u00e7ar na tomada de Taiwan e de conseguir uma proje\u00e7\u00e3o mar\u00edtima internacional, enquanto compete com os Estados Unidos pela corrida da Intelig\u00eancia Artificial.<\/p>\n<p>As duas alternativas que se discutem em Bruxelas e nas capitais nacionais n\u00e3o s\u00e3o realistas. Por um lado, o r\u00e1pido <strong>desacoplamento dos Estados Unidos,<\/strong> mediante a aquisi\u00e7\u00e3o de capacidades de defesa pr\u00f3prias e o fortalecimento da economia europeia (mercado interno, uni\u00e3o de capitais, pol\u00edtica industrial, bem como uma estrat\u00e9gia comum para competir numa revolu\u00e7\u00e3o digital liderada por outros). A UE est\u00e1 sobre-diagnosticada. A lista de deveres por fazer durante muitos anos \u00e9 muito longa e a sociedade europeia n\u00e3o est\u00e1 preparada para uma centraliza\u00e7\u00e3o de poderes. A Uni\u00e3o \u00e9 lenta e tecnocr\u00e1tica, carece de um poder executivo reconhec\u00edvel e os partidos anti-europeus continuam a crescer e governam em alguns pa\u00edses.<\/p>\n<p>Por outro, desde Bruxelas e algumas capitais nacionais pondera-se a <strong>aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0 China,<\/strong> a outra superpot\u00eancia. Trata-se de um movimento pleno de contraindica\u00e7\u00f5es, devido \u00e0 natureza pol\u00edtica do regime de Pequim, nos ant\u00edpodas da liberdade individual e dos direitos humanos.<\/p>\n<blockquote><p><strong>&#8220;Os europeus precisam de alcan\u00e7ar quanto antes autonomia estrat\u00e9gica, mas se fizerem tudo bem tardar\u00e3o pelo menos dez anos a consegui-lo. Entretanto, devem continuar a minimizar riscos, a procurar acomoda\u00e7\u00f5es e a negociar, apesar de tudo, com Washington. O pesadelo trumpista pode terminar muito antes da distopia chinesa.&#8221;<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Nesta transi\u00e7\u00e3o para uma nova ordem internacional, os quadros de empresas europeias precisam de desenvolver uma nova agilidade no seu diagn\u00f3stico internacional, com a compreens\u00e3o de que as conting\u00eancias primam sobre as normas. T\u00eam de aprender a linguagem da geopol\u00edtica para analisar melhor os riscos n\u00e3o-financeiros e p\u00f4r em pr\u00e1tica medidas tanto defensivas como favor\u00e1veis ao desenvolvimento de novos neg\u00f3cios. Mas talvez o mais importante seja que recordem que a Hist\u00f3ria rima, como dizia Mark Twain, e os seus ciclos e ondas voltam sempre. Nesta etapa de transi\u00e7\u00e3o para uma nova era, as empresas n\u00e3o podem ser alheias aos processos pol\u00edticos e devem saber influir e representar com efic\u00e1cia os seus interesses.<\/p>\n<blockquote><p><strong>&#8220;Perante a mudan\u00e7a acelerada, os melhores gestores ser\u00e3o os que se sintam confort\u00e1veis a viver com mais incerteza.&#8221;<\/strong><\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A invas\u00e3o russa da Ucr\u00e2nia e o segundo mandato de Donald Trump s\u00e3o a soma que p\u00f4s fim a uma longa etapa nas rela\u00e7\u00f5es internacionais. 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