{"id":477237,"date":"2015-03-11T13:52:32","date_gmt":"2015-03-11T12:52:32","guid":{"rendered":"https:\/\/llyc.global\/ideas\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/"},"modified":"2026-08-11T13:45:06","modified_gmt":"2026-08-11T11:45:06","slug":"por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/","title":{"rendered":"Por que uma empresa n\u00e3o \u00e9 um neg\u00f3cio?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.revista-uno.pt\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/02_23.jpg\"><\/a><\/p>\n<p>A\u00a0resposta ao questionamento inserido no t\u00edtulo deste texto tem uma resposta fulminante: o conceito de neg\u00f3cio remete a uma ideia elementar, que consiste em ganhar dinheiro com uma atividade l\u00edcita sem um aporte adicional de valor agregado \u00e0 sociedade, enquanto uma empresa \u00e9 um agente que socializa valores que servem ativamente para a conviv\u00eancia. A diferen\u00e7a consiste, tamb\u00e9m, no fato de que um neg\u00f3cio \u00e9 considerado uma organiza\u00e7\u00e3o inerte e uma empresa disp\u00f5e de atributos imateriais, entre eles o de uma intelig\u00eancia corporativa em fun\u00e7\u00e3o da qual suas decis\u00f5es est\u00e3o guiadas, n\u00e3o apenas pela leg\u00edtima obten\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios, mas tamb\u00e9m pela responsabilidade social.<\/p>\n<p>Esta enorme diferen\u00e7a entre neg\u00f3cio e empresa foi tratada \u00e0 exaust\u00e3o e muito eficazmente pelo<em> think tank<\/em> espanhol mais emergente: o C\u00edrculo C\u00edvico de Opini\u00e3o, que em novembro de 2014, editou seu caderno n\u00ba 14, dedicado \u00e0 ep\u00edgrafe \u201cEmpresa, fun\u00e7\u00e3o empresarial e legitimidade social dos empres\u00e1rios\u201d. Composto por professores, jornalistas, profissionais e pensadores, o Circulo C\u00edvico de Opini\u00e3o acaba de fazer uma contribui\u00e7\u00e3o fundamental \u00e0 compreens\u00e3o da empresa como um fator social construtivo e indispens\u00e1vel. O pref\u00e1cio do citado documento que \u201cem sua concep\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica, o empres\u00e1rio era simplesmente a pessoa que organizava e controlava os riscos de um neg\u00f3cio, e suas principais fun\u00e7\u00f5es consistiam em antecipar o futuro, empregar eficientemente os recursos produtivos, prover os consumidores de bens, buscar novas oportunidades de neg\u00f3cio e liderar o processo de mudan\u00e7a com uma a\u00e7\u00e3o proativa de arbitragem, a partir do sistema de sinais proporcionados pelos pre\u00e7os. Gest\u00e3o de risco, inova\u00e7\u00e3o e proatividade eram, ent\u00e3o, as tr\u00eas dimens\u00f5es fundamentais da fun\u00e7\u00e3o empresarial na \u00e9poca do <em>laissez faire<\/em>\u201d.<\/p>\n<blockquote><p>Um neg\u00f3cio resulta em uma organiza\u00e7\u00e3o inerte e uma empresa disp\u00f5e de atributos imateriais, entre eles o de uma intelig\u00eancia corporativa que guiar\u00e1 sua responsabilidade social<\/p><\/blockquote>\n<p>No entanto, esta fase da aprecia\u00e7\u00e3o do empres\u00e1rio j\u00e1 foi superada pelas exig\u00eancias sociais enfrentadas pelos gestores: agora requer-se que todas essas fun\u00e7\u00f5es sejam praticadas em um marco de alta responsabilidade e sens\u00edvel sentido \u00e9tico. Da\u00ed nasceu a responsabilidade social corporativa definida recentemente pela Comiss\u00e3o Europeia como a fun\u00e7\u00e3o que \u201cmaximiza a cria\u00e7\u00e3o de valor compartilhado por todos e identifica, previne e atenua as poss\u00edveis consequ\u00eancias adversas das companhias no exerc\u00edcio de sua atividade\u201d. Ou seja, a RSC \u00e9 a consagra\u00e7\u00e3o definitiva da empresa e da fun\u00e7\u00e3o empresarial como uma vari\u00e1vel da constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade que se desenvolve em um processo sempre mut\u00e1vel e transformador.<\/p>\n<p>Deste rol social da empresa s\u00e3o deduzidas muitas obriga\u00e7\u00f5es das companhias frente a seu pr\u00f3prio funcionamento, da sociedade e dos governos diante delas. Atualmente, a empresa necessita de um <em>c\u00e9rebro<\/em> capaz de elaborar decis\u00f5es inteligentes, que consistem em inserir suas decis\u00f5es nos contextos sociais, pol\u00edticos, econ\u00f4micos e culturais onde ir\u00e3o obter os maiores benef\u00edcios, entendidos n\u00e3o apenas em sua acep\u00e7\u00e3o estritamente material ou monet\u00e1ria, mas ainda em termos muito mais amplos, que s\u00e3o os de gerar valor compartilhado. A intelig\u00eancia das empresas consiste na acumula\u00e7\u00e3o de conhecimentos de diferentes naturezas, em seu processamento e an\u00e1lise e na ado\u00e7\u00e3o de decis\u00f5es coerentes com as conclus\u00f5es que possa ter sido obtido deste processo de reflex\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p>J\u00e1 se encerraram as concep\u00e7\u00f5es anacr\u00f4nicas nas quais as sabedorias multidisciplinares residiam apenas nas universidades, \u00e0 margem das empresas. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel apenas a gest\u00e3o empresarial sem a absor\u00e7\u00e3o de amplos e profundos conhecimentos espec\u00edficos e gerais<\/p><\/blockquote>\n<p>Uma das muitas e nefastas consequ\u00eancias da crise econ\u00f4mica consiste na falta de legitimidade social das empresas, da sua considera\u00e7\u00e3o negativa no retorno da recess\u00e3o e na perda de sua face social. A partir da\u00ed, dois catedr\u00e1ticos da Organiza\u00e7\u00e3o de Empresas \u2013 Emilio Huertas Arribas, da Universidade P\u00fablica de Navarra e Vicente Salas Fum\u00e1s, da Universidade de Zaragoza &#8211; propuseram uma s\u00e9rie de medidas na publica\u00e7\u00e3o, antes de serem referendadas \u2013 no contexto espanhol, mas v\u00e1lidas, a partir de uma perspectiva comparada &#8211; para recuperar o papel nutriente da empresa na sociedade, ou seja, no retorno da aplica\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia corporativa na gest\u00e3o empresarial.<\/p>\n<p>Para estes pensadores deve-se come\u00e7ar por reconhecer que a confian\u00e7a empresa-sociedade \u00e9 um valor estrat\u00e9gico a ser defendido; que deve-se cuidar da linguagem e do uso de palavras para superar a situa\u00e7\u00e3o atual com os quais cidad\u00e3os (em refer\u00eancia aos espanh\u00f3is) expressam uma grande desconfian\u00e7a diante de grandes empresas; que a empresa cria valor social e que por eles h\u00e1 que evitar-se separar conceitos como valor econ\u00f4mico e valor social das benfeitorias das empresas \u00e0 sociedade; que a informa\u00e7\u00e3o e a transpar\u00eancia s\u00e3o os eixos da comunica\u00e7\u00e3o interna e externa das empresas; que \u00e9 preciso explicar \u00e0 opini\u00e3o p\u00fablica a estrat\u00e9gia e pol\u00edticas de remunera\u00e7\u00e3o e contrata\u00e7\u00e3o do talento realizadas por empresas; que a empresa espanhola \u2013n\u00e3o \u00e9 o mesmo com outros pa\u00edses &#8211; tem um hist\u00f3rico de crescimento muito vol\u00e1til e deveria, portanto, evoluir em sentido mais sustent\u00e1vel e, finalmente, que as empresas devem construir um compromisso forte diante das pessoas, impulsando novos modelos de rela\u00e7\u00f5es laborais.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.revista-uno.pt\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/023.jpg\"><\/a>Definitivamente, o empres\u00e1rio e seu instrumento \u2013 a empresa \u2013 n\u00e3o \u00e9, nas palavras de \u00c1lvaro Cuervo, professor de Economia da Empresa, um \u201cfarejador de lucros\u201d. Ent\u00e3o, o que \u00e9? A resposta \u2013 uma magn\u00edfica resposta \u2013 \u00e9 oferecida por outra autoridade na mat\u00e9ria, Santiago Garc\u00eda Echevarr\u00eda, professor de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica da Empresa na Universidade de Alcal\u00e1: \u201cSem empres\u00e1rios eficientes, \u00e9tica e economicamente, n\u00e3o existe a possibilidade de funcionamento eficiente de uma sociedade moderna. O empres\u00e1rio \u00e9 a chave do crescimento econ\u00f4mico, do emprego e da competitividade geradora dos recursos necess\u00e1rios para o desenvolvimento integral das pessoas. Da exist\u00eancia da sua figura empresarial depende o desenvolvimento da economia e a eficiente disposi\u00e7\u00e3o dos recursos escassos necess\u00e1rios para suprir as necessidades das pessoas\u201d.<\/p>\n<p>O obst\u00e1culo ou o desafio empresarial que a sociedade de nossos dias atribui \u00e0 empresa e ao empres\u00e1rio apenas pode satisfazer-se com a incorpora\u00e7\u00e3o do talento \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o para desenvolver os conhecimentos necess\u00e1rios que deem resposta ao papel social empresarial. J\u00e1 se encerraram as concep\u00e7\u00f5es anacr\u00f4nicas nas quais as sabedorias multidisciplinares residiam apenas nas universidades, \u00e0 margem das empresas. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel apenas a gest\u00e3o empresarial sem a absor\u00e7\u00e3o de amplos e profundos conhecimentos espec\u00edficos e gerais. Os grandes fiascos empresariais j\u00e1 foram reproduzidos muitas vezes \u2013 para al\u00e9m de comportamentos pessoais incompetentes, incorretos ou delitivos \u2013 por ignor\u00e2ncia ou desconhecimento dos fatores que contextualizam e oferecem sentido a uma decis\u00e3o empresarial.<\/p>\n<blockquote><p>O empres\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 um \u201cfarejador de lucros\u201d e da exist\u00eancia da sua figura \u201cdepende o desenvolvimento da economia e a eficiente disposi\u00e7\u00e3o dos recursos escassos necess\u00e1rios para suprir as necessidades das pessoas\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>Esta fun\u00e7\u00e3o social da empresa, que requer dot\u00e1-la de intelig\u00eancia, exige tamb\u00e9m gestores diferenciados, apoiados em experi\u00eancias pessoais diversas e trajet\u00f3rias ricas em personagens, e na integra\u00e7\u00e3o de equipes que, em trabalho coordenado e conjunto, elaborem as estrat\u00e9gias empresariais que desemboquem em um valor compartilhado \u2013 empresa e sociedade\u2013 e que estabele\u00e7am, entre uma e outra, uma esp\u00e9cie de simbiose reciprocamente ben\u00e9fica e frut\u00edfera. O fracasso faz com que o gestor confunda empresa com um mero neg\u00f3cio. E o sucesso sorrir\u00e1 a medida que se vincule sua fun\u00e7\u00e3o ao reconhecimento social, obtendo assim uma reputa\u00e7\u00e3o que conceder\u00e1 lideran\u00e7a e capacidade de refer\u00eancia. Este ser\u00e1 o sucesso, em definitivo, das empresas inteligentes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A\u00a0resposta ao questionamento inserido no t\u00edtulo deste texto tem uma resposta fulminante: o conceito de neg\u00f3cio remete a uma ideia elementar, que consiste em ganhar dinheiro com uma atividade l\u00edcita sem um aporte adicional de valor agregado \u00e0 sociedade, enquanto uma empresa \u00e9 um agente que socializa valores que servem ativamente para a conviv\u00eancia. A [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[88],"class_list":["post-477237","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ideas"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v24.7 (Yoast SEO v27.7) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Por que uma empresa n\u00e3o \u00e9 um neg\u00f3cio? - LLYC<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Por que uma empresa n\u00e3o \u00e9 um neg\u00f3cio?\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A\u00a0resposta ao questionamento inserido no t\u00edtulo deste texto tem uma resposta fulminante: o conceito de neg\u00f3cio remete a uma ideia elementar, que consiste em ganhar dinheiro com uma atividade l\u00edcita sem um aporte adicional de valor agregado \u00e0 sociedade, enquanto uma empresa \u00e9 um agente que socializa valores que servem ativamente para a conviv\u00eancia. A [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"LLYC\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/LLYC.Global\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2015-03-11T12:52:32+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-08-11T11:45:06+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"andrea\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@llorenteycuenca\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@llorenteycuenca\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"andrea\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Por que uma empresa n\u00e3o \u00e9 um neg\u00f3cio? - LLYC","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/","og_locale":"pt_PT","og_type":"article","og_title":"Por que uma empresa n\u00e3o \u00e9 um neg\u00f3cio?","og_description":"A\u00a0resposta ao questionamento inserido no t\u00edtulo deste texto tem uma resposta fulminante: o conceito de neg\u00f3cio remete a uma ideia elementar, que consiste em ganhar dinheiro com uma atividade l\u00edcita sem um aporte adicional de valor agregado \u00e0 sociedade, enquanto uma empresa \u00e9 um agente que socializa valores que servem ativamente para a conviv\u00eancia. A [&hellip;]","og_url":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/","og_site_name":"LLYC","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/LLYC.Global\/","article_published_time":"2015-03-11T12:52:32+00:00","article_modified_time":"2026-08-11T11:45:06+00:00","author":"andrea","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@llorenteycuenca","twitter_site":"@llorenteycuenca","twitter_misc":{"Written by":"andrea","Est. reading time":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/"},"author":{"name":"andrea","@id":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/#\/schema\/person\/9f32ed7279b71b2ef5295806812ff9b4"},"headline":"Por que uma empresa n\u00e3o \u00e9 um neg\u00f3cio?","datePublished":"2015-03-11T12:52:32+00:00","dateModified":"2026-08-11T11:45:06+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/"},"wordCount":1355,"commentCount":0,"articleSection":["Ideas"],"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/","url":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/","name":"Por que uma empresa n\u00e3o \u00e9 um neg\u00f3cio? - LLYC","isPartOf":{"@id":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/#website"},"datePublished":"2015-03-11T12:52:32+00:00","dateModified":"2026-08-11T11:45:06+00:00","author":{"@id":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/#\/schema\/person\/9f32ed7279b71b2ef5295806812ff9b4"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/uno\/por-que-uma-empresa-nao-e-um-negocio\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Por que uma empresa n\u00e3o \u00e9 um neg\u00f3cio?"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/#website","url":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/","name":"LLYC","description":"Consultoria de comunicaci\u00f3n marketing y asuntos p\u00fablicos","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-PT"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/#\/schema\/person\/9f32ed7279b71b2ef5295806812ff9b4","name":"andrea","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/ad24e19084a368dba52090fbba4f136747eb294cec890e3452f7924d43eb6c97?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/ad24e19084a368dba52090fbba4f136747eb294cec890e3452f7924d43eb6c97?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/ad24e19084a368dba52090fbba4f136747eb294cec890e3452f7924d43eb6c97?s=96&d=mm&r=g","caption":"andrea"}}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/477237","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=477237"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/477237\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":482749,"href":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/477237\/revisions\/482749"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=477237"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=477237"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}