{"id":58381,"date":"2019-05-23T00:00:00","date_gmt":"2019-05-22T22:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/llyc.global\/2019\/05\/23\/a-reconquista-da-reputacao-da-banca-desafios-e-oportunidades\/"},"modified":"2023-10-27T11:31:23","modified_gmt":"2023-10-27T09:31:23","slug":"a-reconquista-da-reputacao-da-banca-desafios-e-oportunidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/a-reconquista-da-reputacao-da-banca-desafios-e-oportunidades\/","title":{"rendered":"A reconquista da reputa\u00e7\u00e3o da banca: desafios e oportunidades"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;3.0.47&#8243;][et_pb_row _builder_version=&#8221;3.0.47&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;3.0.47&#8243; parallax=&#8221;off&#8221; parallax_method=&#8221;on&#8221;][et_pb_text admin_label=&#8221;Introducci\u00f3n y contexto&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Resgates, despesas preferenciais, gastos hipotec\u00e1rios, comiss\u00f5es e reformas milion\u00e1rias.<\/strong> Nos \u00faltimos anos, abrir a sec\u00e7\u00e3o de economia de um jornal e ler uma not\u00edcia sobre a banca sem encontrar uma destas palavras tem sido um aut\u00eantico exerc\u00edcio de equilibrismo. Trata-se de uma situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se conseguiu mitigar, devido \u00e0 falta de uma voz que destrin\u00e7asse os culpados dos inocentes, ou que, apesar dos erros, valorizasse o papel dos bancos. Portanto, este ru\u00eddo medi\u00e1tico, merecido ou n\u00e3o, acabou por ser o fiel reflexo de uma realidade: a <strong>m\u00e1 reputa\u00e7\u00e3o de um setor inteiro. <\/strong><\/span><br \/>\n[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;An\u00e1lise da reputa\u00e7\u00e3o&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<h2>An\u00e1lise da reputa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<span style=\"font-weight: 400;\">Para verificar se a chamada m\u00e1 imprensa da banca \u00e9 de facto uma perce\u00e7\u00e3o real dos cidad\u00e3os, uma boa sugest\u00e3o \u00e9 consultar a \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da <\/span><a href=\"https:\/\/reputationrelevance.com\/login\/?next=\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Reputation Relevance<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, publicada pela LLYC. Este estudo analisa periodicamente a opini\u00e3o de uma amostra representativa da popula\u00e7\u00e3o espanhola relativamente aos 15 principais setores de atividade do pa\u00eds, e proporciona uma imagem global da situa\u00e7\u00e3o da reputa\u00e7\u00e3o de cada um destes setores. <\/span><br \/>\n[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/ideaspt.llorenteycuenca.com\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/06\/grafico1_web_PT.jpg&#8221; disabled_on=&#8221;on|on|&#8221; admin_label=&#8221;Imagen Web&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/ideaspt.llorenteycuenca.com\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/06\/grafico1_web_PT.jpg&#8221; disabled_on=&#8221;on|on|&#8221; admin_label=&#8221;Imagen Web&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/ideaspt.llorenteycuenca.com\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/06\/grafico1_movil_PT.jpg&#8221; disabled_on=&#8221;||on&#8221; admin_label=&#8221;Imagen m\u00f3vil&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<span style=\"font-weight: 400;\">Assim, de acordo com a pontua\u00e7\u00e3o global de cada setor analisado no estudo, pode-se verificar que <strong>o setor banc\u00e1rio \u00e9 o que tem uma pontua\u00e7\u00e3o mais baixa<\/strong>, e o \u00fanico cuja nota est\u00e1 <strong>abaixo do 4<\/strong> (3,6). Segundo a tabela de classifica\u00e7\u00f5es do \u00edndice, tal significa que globalmente o setor tem uma m\u00e1 reputa\u00e7\u00e3o, situando-se apenas um patamar acima da pontua\u00e7\u00e3o mais baixa poss\u00edvel (a pontua\u00e7\u00e3o p\u00e9ssima, entre 1 e 2).<\/span><br \/>\n[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/ideaspt.llorenteycuenca.com\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/06\/grafico2_web_PT.jpg&#8221; disabled_on=&#8221;on|on|&#8221; admin_label=&#8221;Gr\u00e1fico 2 web&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/ideaspt.llorenteycuenca.com\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/06\/grafico2_movil_PT.jpg&#8221; disabled_on=&#8221;off|off|on&#8221; admin_label=&#8221;Gr\u00e1fico 2 movil&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_text admin_label=&#8221;Como cheg\u00e1mos \u00e0 situa\u00e7\u00e3o atual?&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<h2>Como cheg\u00e1mos \u00e0 situa\u00e7\u00e3o atual?<\/h2>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<h3><strong>Setor muito pessoal<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo diferentes jornalistas, nesta \u00e9poca, os bancos come\u00e7aram a defender-se utilizando <strong>estruturas muito presidencialistas,<\/strong> pouco dependentes, em apar\u00eancia, dos interesses dos acionistas. Desde ent\u00e3o, tendem a aparentar-se a cl\u00e3s um pouco endog\u00e2micos, muito <strong>afastados da realidade social.\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<h3><strong>Falta de sensibilidade social\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alguns pol\u00edticos receberam gal\u00f5es e subiram na hierarquia gra\u00e7as a opera\u00e7\u00f5es financeiras, em alguns casos, question\u00e1veis. Quando os problemas come\u00e7aram a surgir, todos estes erros de c\u00e1lculo e transa\u00e7\u00f5es duvidosas come\u00e7aram a tornar-se p\u00fablicos. Estas manchas alargaram-se a todo o setor, causando a <strong>primeira crise sist\u00e9mica de reputa\u00e7\u00e3o da banca.<\/strong> Na imprensa, acredita-se que os bancos preferiram encapsular esta crise a assumi-la.\u00a0<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Quase todos os jornalistas acreditam que esta situa\u00e7\u00e3o acabou por se agravar quando come\u00e7aram as revoltas pelas moradias e as campanhas das plataformas antidespejo. Como tinha acontecido com os problemas das caixas econ\u00f3micas em apuros, no in\u00edcio, os<strong> bancos limitaram-se a ignorar a situa\u00e7\u00e3o, aplicando simplesmente a legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>. Nas an\u00e1lises que fizeram, omitiram o facto de que a crise tinha causado graves problemas a uma boa parte da sociedade. Esta aparente insensibilidade enraizou-se no imagin\u00e1rio coletivo.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><strong>Perda de confian\u00e7a do cliente<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">At\u00e9 h\u00e1 relativamente pouco tempo, quase todas as gera\u00e7\u00f5es de espanh\u00f3is anteriores aos <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">millennials<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> mantinham uma rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a quase cega nos diretores das respetivas ag\u00eancias banc\u00e1rias.\u00a0<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Toda esta confian\u00e7a foi pelos ares com a comercializa\u00e7\u00e3o das chamadas a\u00e7\u00f5es preferenciais.<\/strong> \u00c9 verdade que uma boa parte do dinheiro comprometido acabou por ser devolvido, mas uma parte consider\u00e1vel s\u00f3 foi recuperada pelos herdeiros.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><strong>Comunica\u00e7\u00e3o dominada pelo sil\u00eancio\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alguns jornalistas consideram que o principal erro da banca foi guardar as mensagens positivas que devia ter feito circular logo ap\u00f3s o resgate do Bankia. Em vez disso,<strong> as entidades preferiram o sil\u00eancio.<\/strong> Tamb\u00e9m n\u00e3o souberam reagir \u00e0s altera\u00e7\u00f5es normativas das cl\u00e1usulas <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">suelo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> nem aos vaiv\u00e9ns relativos ao imposto sobre atos jur\u00eddicos documentados.<\/span><\/p>\n<h3><strong>Escassa vontade legislativa e judicial<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Muitos jornalistas acreditam que determinados imbr\u00f3glios judiciais em que a banca se viu envolvida, recentemente, podiam ter sido mitigados com uma certa <strong>antecipa\u00e7\u00e3o legislativa.\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<h3><strong>Foco do ataque pol\u00edtico\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quase todos os jornalistas asseguram que, nos \u00faltimos anos, <strong>nenhum partido escapou da demagogia contra a banca<\/strong>. <strong>Atacar a banca tornou-se um recurso habitual<\/strong> que, em muitos casos, serviu para afastar o foco medi\u00e1tico das poss\u00edveis responsabilidades pol\u00edticas e, em vez disso, estabelecer um bode expiat\u00f3rio.<\/span><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;Potenciais linhas de trabalho para o futuro&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<h2>Potenciais linhas de trabalho para o futuro<\/h2>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<span style=\"font-weight: 400;\">Os jornalistas consultados tamb\u00e9m ajudaram a esbo\u00e7ar algumas linhas de trabalho interessantes para melhorar a reputa\u00e7\u00e3o do setor banc\u00e1rio.<strong> Trata-se de oito aspetos que procuram principalmente valorizar a atividade do sistema financeiro e o importante papel que este desempenha na sociedade:<\/strong><\/span><br \/>\n[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;Destacado&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243; background_color=&#8221;#e6eef4&#8243; custom_padding=&#8221;30px|30px|30px|30px&#8221;]<\/p>\n<h3><strong>A empatia social como prioridade<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A banca, se quiser ultrapassar o problema do descontentamento, deve p\u00f4r a empatia na base da sua estrat\u00e9gia de comunica\u00e7\u00e3o. A imagem cinematogr\u00e1fica do banqueiro triunfante e agressivo n\u00e3o suscita confian\u00e7a nem agrada \u00e0s pessoas. Em vez disso,<strong> a sociedade exige um perfil mais pr\u00f3ximo e amig\u00e1vel<\/strong>. As entidades devem promover<strong> f\u00f3rmulas simples, atuais e diretas<\/strong> de se relacionarem com a sociedade. \u00c9 verdade que o discurso dos presidentes e diretores executivos do setor banc\u00e1rio tem evolu\u00eddo neste sentido nos \u00faltimos anos, mas h\u00e1 jornalistas que, apesar de tudo, continuam a sentir a falta de um <strong>gesto humano, simples e sincero,<\/strong> como se arrependerem e assumirem responsabilidades quando \u00e9 necess\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<h3><strong>Mais um passo na transpar\u00eancia<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Transpar\u00eancia, transpar\u00eancia e mais transpar\u00eancia.<\/strong> \u00c9 a exig\u00eancia n\u00famero um dos jornalistas. O principal requisito \u00e9 que as entidades fa\u00e7am um esfor\u00e7o informativo relativamente \u00e0 pr\u00f3pria oferta comercial, e que tratem o cliente de forma mais equitativa. Limitarem-se a cumprir as exig\u00eancias da CNMV (Comisi\u00f3n Nacional del Mercado de Valores) e da pr\u00f3pria legisla\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 suficiente.<\/span><\/p>\n<h3><strong>Agilidade: do sil\u00eancio \u00e0s explica\u00e7\u00f5es poderosas e cred\u00edveis<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As entidades devem deixar de se esconder. Est\u00e1 na hora de parar de andar com os p\u00e9s trocados.<strong> Em muitas ocasi\u00f5es, a falta de agilidade fez o setor perder a oportunidade de valorizar e reivindicar o aut\u00eantico trabalho social que realiza.<\/strong> At\u00e9 h\u00e1 muito pouco tempo, preferiram centrar-se na qualidade dos servi\u00e7os, descurando o apoio que d\u00e3o \u00e0s universidades e \u00e0 inclus\u00e3o social. Quase todos os jornalistas recomendam que se insista nesta segunda via.<\/span><\/p>\n<h3><strong>Educa\u00e7\u00e3o financeira<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O outro lado da confian\u00e7a incondicional de v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es de espanh\u00f3is nos respetivos gestores banc\u00e1rios \u00e9 a fr\u00e1gil forma\u00e7\u00e3o financeira que denotam, e que, historicamente, tem caraterizado o pa\u00eds. A grande maioria dos jornalistas que colaboraram para este relat\u00f3rio partilha a opini\u00e3o de que<strong> \u00e9 necess\u00e1rio incluir a educa\u00e7\u00e3o financeira nos programas escolares.<\/strong> Recomendam uma disciplina sistematizada que, a seu entender, seria extremamente <strong>\u00fatil para estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o igualit\u00e1ria entre os clientes e as entidades<\/strong>, ao contr\u00e1rio do que tem acontecido at\u00e9 agora. As entidades financeiras deveriam ser os principais defensores desta iniciativa.<\/span><\/p>\n<h3><strong>O poder de uma linguagem simples<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Muitos jornalistas acreditam que<strong> a complexidade excessiva dos contratos tem contribu\u00eddo para senten\u00e7as desfavor\u00e1veis para a Banca<\/strong>, especialmente no caso das cl\u00e1usulas <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">suelo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. O Tribunal do Luxemburgo questionou se determinados clientes chegavam a compreender claramente o conte\u00fado daquilo que assinavam. A alternativa \u00e9 aparentemente simples: <strong>no pr\u00f3prio contrato, ou num documento anexo, utilizar uma linguagem simples, de f\u00e1cil compreens\u00e3o.<\/strong><\/span><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h3><strong>Exaustividade na an\u00e1lise<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O aumento do lit\u00edgio e a suspeita quase end\u00e9mica que pesa sobre o setor impediu os bancos de reivindicarem os pr\u00f3prios direitos, valor social e necessidade de terem seguran\u00e7a e previsibilidade jur\u00eddica para exercerem o seu trabalho. <strong>Os jornalistas sentem a falta de uma atitude mais coordenada e divulgadora dos pontos de vista da banca.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><strong>Uni\u00e3o e corporativismo<br \/>\n<\/strong><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Na opini\u00e3o dos jornalistas, parte do problema anterior prende-se com a habitual falta de uni\u00e3o entre as entidades financeiras.<strong> T\u00eam faltado as causas comuns lideradas pelo conjunto das entidades,<\/strong> e esta \u00e9 uma das iniciativas que os jornalistas consideram essenciais para os bancos melhorarem a pr\u00f3pria imagem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><strong>Liderar a procura de solu\u00e7\u00f5es<br \/>\n<\/strong><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Outra das recomenda\u00e7\u00f5es mais habituais entre os jornalistas \u00e9 mudar a perspetiva e o ponto de vista. N\u00e3o se trata de continuar a enfatizar, nas mensagens, que <strong>os bancos<\/strong> n\u00e3o foram respons\u00e1veis pelos problemas de que s\u00e3o acusados, mas de conseguir convencer toda a gente de que os bancos foram, <strong>s\u00e3o e continuam a ser uma parte fundamental do crescimento e do desenvolvimento do pa\u00eds.<\/strong><\/span><br \/>\n[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resgates, despesas preferenciais, gastos hipotec\u00e1rios, comiss\u00f5es e reformas milion\u00e1rias. Nos \u00faltimos anos, abrir a sec\u00e7\u00e3o de economia de um jornal e ler uma not\u00edcia sobre a banca sem encontrar uma destas palavras tem sido um aut\u00eantico exerc\u00edcio de equilibrismo. Trata-se de uma situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se conseguiu mitigar, devido \u00e0 falta de uma voz que destrin\u00e7asse os culpados dos inocentes, ou que, apesar dos erros, valorizasse o papel dos bancos. Portanto, este ru\u00eddo medi\u00e1tico, merecido ou n\u00e3o, acabou por ser o fiel reflexo de uma realidade: a m\u00e1 reputa\u00e7\u00e3o de um setor inteiro.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":58382,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[88],"class_list":["post-58381","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ideas"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v24.7 (Yoast SEO v24.7) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A reconquista da reputa\u00e7\u00e3o da banca: desafios e oportunidades - LLYC<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/a-reconquista-da-reputacao-da-banca-desafios-e-oportunidades\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A reconquista da reputa\u00e7\u00e3o da banca: desafios e oportunidades\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Resgates, despesas preferenciais, gastos hipotec\u00e1rios, comiss\u00f5es e reformas milion\u00e1rias. 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