{"id":58401,"date":"2019-07-09T00:00:00","date_gmt":"2019-07-08T22:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/llyc.global\/2019\/07\/11\/implicacoes-do-acordo-entre-o-mercosul-e-a-uniao-europeia\/"},"modified":"2023-10-27T11:13:29","modified_gmt":"2023-10-27T09:13:29","slug":"implicacoes-do-acordo-entre-o-mercosul-e-a-uniao-europeia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/llyc.global\/pt-pt\/ideas\/implicacoes-do-acordo-entre-o-mercosul-e-a-uniao-europeia\/","title":{"rendered":"Implica\u00e7\u00f5es do acordo entre o Mercosul e a Uni\u00e3o Europeia"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;3.0.47&#8243;][et_pb_row _builder_version=&#8221;3.0.47&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;3.0.47&#8243; parallax=&#8221;off&#8221; parallax_method=&#8221;on&#8221;][et_pb_text admin_label=&#8221;Intro&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]Na passada sexta-feira, 28 de junho, foi assinado o <strong>Acordo de Associa\u00e7\u00e3o Estrat\u00e9gica<\/strong> entre o Mercado Comum do Sul (<a href=\"https:\/\/www.mercosur.int\/pt-br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mercosul<\/a>) e a Uni\u00e3o Europeia (<a href=\"https:\/\/europa.eu\/european-union\/index_pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UE<\/a>), coincidindo com o final da Cimeira do G20, celebrada na cidade de Osaca, no Jap\u00e3o. Trata-se de<strong> um dos maiores acordos\u00a0 comerciais alguma vez assinados entre blocos<\/strong>, numa altura em que as pr\u00e1ticas protecionistas est\u00e3o em crescimento.<\/p>\n<p>A associa\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica entre o Mercosul e a UE implica a integra\u00e7\u00e3o de um mercado de 773 milh\u00f5es de habitantes, quase um quarto do produto interno bruto (PIB) mundial e mais de 100 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares (88 mil milh\u00f5es de euros) de com\u00e9rcio bilateral de bens e servi\u00e7os. O documento assinado entre os dois blocos comerciais prev\u00ea que mais de<strong> 90\u00a0% das exporta\u00e7\u00f5es de cada bloco obter\u00e1 benef\u00edcios<\/strong> pautais num prazo m\u00e1ximo de dez anos.<\/p>\n<p>Neste relat\u00f3rio especial do Ideias LLYC, apresentamos alguma informa\u00e7\u00e3o fundamental para a<strong> compreens\u00e3o da relev\u00e2ncia do acordo alcan\u00e7ado.<\/strong> Introduzimos tamb\u00e9m a perspetiva local daquilo que este acordo significa para a Argentina e para o Brasil, os dois intervenientes principais do Mercosul, assim como para a Uni\u00e3o Europeia.<br \/>\n[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;El tratado desde la perspectiva argentina&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<h1>O tratado na perspetiva Argentina<\/h1>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]O impacto da implementa\u00e7\u00e3o deste acordo ser\u00e1 consider\u00e1vel para a Argentina. <strong>At\u00e9 \u00e0 sexta-feira passada, o Mercosul, especialmente o Brasil, era o principal parceiro comercial da Argentina<\/strong>, acumulando, em geral, tratados comerciais com apenas 9\u00a0% do PIB mundial. A partir destes acontecimentos, este n\u00famero disparou para 30\u00a0%, o que dar\u00e1 um grande impulso \u00e0 integra\u00e7\u00e3o comercial do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 igualmente imperativo dar um salto de qualidade na competitividade do pa\u00eds. Um exemplo seria uma <strong>redu\u00e7\u00e3o nos custos log\u00edsticos, melhorando a infraestrutura portu\u00e1ria, rodovi\u00e1ria, ferrovi\u00e1ria e das telecomunica\u00e7\u00f5es, <\/strong>modernizando tamb\u00e9m os quadros regulat\u00f3rios.<br \/>\n[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;Enumeraci\u00f3n&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243; background_color=&#8221;#e6eef4&#8243; custom_padding=&#8221;30px|30px|30px|30px&#8221;]<\/p>\n<ul>\n<li><strong>63\u00a0%<\/strong> das exporta\u00e7\u00f5es da Argentina para a UE s\u00e3o <strong>produtos agr\u00edcolas.<\/strong><\/li>\n<li><strong>92\u00a0%<\/strong> das empresas na Argentina que exportam produtos fabricados s\u00e3o <strong>micro, pequenas ou m\u00e9dias exportadoras.<\/strong><\/li>\n<li>A Argentina participa apenas em <strong>2\u00a0% do investimento direto estrangeiro da UE.<\/strong><\/li>\n<li>A Uni\u00e3o Europeia \u00e9 um <strong>parceiro estrat\u00e9gico<\/strong> para a Argentina, tanto hist\u00f3rica quanto cultural, geopol\u00edtica e comercialmente. Atualmente, \u00e9 o <strong>segundo maior destino de exporta\u00e7\u00e3o<\/strong>, representando mais de nove mil milh\u00f5es de d\u00f3lares em 2018.<\/li>\n<li>Hoje, o com\u00e9rcio com a UE corresponde a<strong> 15\u00a0% do com\u00e9rcio externo da Argentina em cada ano<\/strong>.<\/li>\n<li>Os pa\u00edses da UE que fazem mais exporta\u00e7\u00f5es para a Argentina s\u00e3o: Alemanha (concentra 30,8\u00a0% das importa\u00e7\u00f5es da UE), It\u00e1lia, Espanha, Fran\u00e7a e Reino Unido.<\/li>\n<\/ul>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;THE TREATY FROM THE BRAZILIAN PERSPECTIVE&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<h1>O tratado na perspetiva Brasileira<\/h1>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]Gra\u00e7as ao novo acordo comercial celebrado pela UE e pelo Mercosul, <strong>o PIB do Brasil aumentar\u00e1 em 87,5 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares ao longo de 15 anos<\/strong>, podendo atingir os 125 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares, de acordo com a estimativa do Minist\u00e9rio da Economia. Daqui a dez anos, o <strong>Brasil poderia alcan\u00e7ar o potencial de gerar 778\u00a0400 empregos<\/strong> e adicionar as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para o bloco europeu em 23,6\u00a0%, representando um crescimento de 9,9 mil milh\u00f5es nas vendas brasileiras ao bloco europeu.<\/p>\n<p>Embora a ind\u00fastria considere o acordo positivo, <strong>o setor agr\u00edcola tende a ser o mais imediatamente beneficiado.<\/strong><br \/>\n[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;Enumeraci\u00f3n&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243; background_color=&#8221;#e6eef4&#8243; custom_padding=&#8221;30px|30px|30px|30px&#8221;]<\/p>\n<ul>\n<li><strong>90\u00a0% das exporta\u00e7\u00f5es do bloco para a UE n\u00e3o pagar\u00e3o direitos aduaneiros<\/strong> num prazo de at\u00e9 dez anos. Hoje em dia, apenas 24\u00a0% daquilo que o Brasil vende aos europeus tem esta prerrogativa;<\/li>\n<li>Elimina\u00e7\u00e3o dos direitos aduaneiros sobre os <strong>produtos agr\u00edcolas<\/strong> a partir da entrada em vigor do acordo; tamb\u00e9m ser\u00e3o eliminadas as taxas de exporta\u00e7\u00e3o na totalidade dos <strong>produtos industriais<\/strong> brasileiros;<\/li>\n<li>Garantia de barreiras para o uso da designa\u00e7\u00e3o de \u00abcacha\u00e7a\u00bb, face \u00e0s bebidas produzidas fora do Brasil, assim como para os nomes de certos queijos;<\/li>\n<li>Aumento do PIB de<strong> 87,5 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares<\/strong> em 15 anos;<\/li>\n<li>Aumento de 23,6 % nas exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para o bloco europeu em 10 anos, com o potencial de criar <strong>778 400 empregos<\/strong>;<\/li>\n<li><strong>Maior competitividade e crescimento<\/strong> dos exportadores nas vendas para os pa\u00edses da UE.<\/li>\n<\/ul>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;THE TREATY FROM THE EUROPEAN PERSPECTIVE&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<h1>O tratado na perspetiva Europeia<\/h1>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]O principal eixo sobre o qual a UE constr\u00f3i estes tratados \u00e9 a <strong>cria\u00e7\u00e3o de emprego com base na fomenta\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio<\/strong>. Para demonstrar esta import\u00e2ncia, a Comiss\u00e3o Europeia explica que as exporta\u00e7\u00f5es europeias para o Brasil mant\u00eam 855 mil postos de trabalho na Uni\u00e3o, e 436 mil no Brasil. Al\u00e9m disso, todos os anos, as empresas europeias poupar\u00e3o 4 mil milh\u00f5es de euros em direitos aduaneiros para entrar nos mercados do Mercosul.<\/p>\n<p>Perante os belos discursos depois da assinatura, <strong>surge o desafio principal \u2013 o de todos os Estados-Membros ratificarem o tratado.<\/strong> O complexo processo de tomada de decis\u00f5es na Uni\u00e3o Europeia pode ser alargado at\u00e9<strong> dois anos. A Fran\u00e7a e a Irlanda<\/strong> j\u00e1 manifestaram d\u00favidas quanto \u00e0 respetiva ratifica\u00e7\u00e3o, at\u00e9 estarem convencidos de que n\u00e3o afetar\u00e1 negativamente a respetiva agricultura.<strong> A Espanha e a Alemanha<\/strong>, os principais exportadores de autom\u00f3veis (juntamente com o Reino Unido), t\u00eam sido os principais motores das negocia\u00e7\u00f5es,<strong> pois beneficiar\u00e3o da abertura destes mercados<\/strong>, tradicionalmente fechados a estas exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>In the explanation of the agreement, the European Commission highlighted the following:<br \/>\n[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;Enumeraci\u00f3n&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243; background_color=&#8221;#e6eef4&#8243; custom_padding=&#8221;30px|30px|30px|30px&#8221;]<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Redu\u00e7\u00e3o de taxas sobre produtos europeus<\/strong> que tradicionalmente tiveram problemas de acesso ao Mercosul. Os principais s\u00e3o os autom\u00f3veis e componentes autom\u00f3veis, a maquinaria, os produtos qu\u00edmicos e farmac\u00eauticos, e os t\u00eaxteis e o cal\u00e7ado.<\/li>\n<li><strong>Maior facilidade nas formalidades aduaneiras<\/strong>. As partes simplificam as formalidades aduaneiras, e estudar\u00e3o a regulamenta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e de normaliza\u00e7\u00e3o para evitar que haja diverg\u00eancias na regulamenta\u00e7\u00e3o a impedir a entrada de produtos.<\/li>\n<li><strong>Exporta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os.<\/strong> O setor dos servi\u00e7os \u00e9 um dos principais setores exportadores da UE. Agora, as empresas europeias ter\u00e3o menos barreiras no acesso a servi\u00e7os como os das telecomunica\u00e7\u00f5es, das finan\u00e7as, dos neg\u00f3cios e dos transportes.<\/li>\n<li><strong>Acesso a contratos p\u00fablicos<\/strong>, de que as empresas europeias estavam exclu\u00eddas. A partir do acordo, poder\u00e3o ser apresentados em igualdade de condi\u00e7\u00f5es com as empresas do Mercosul.<\/li>\n<li>Garantia do padr\u00e3o europeu da <strong>seguran\u00e7a alimentar<\/strong>, que n\u00e3o ser\u00e1 flexibilizado em nenhum caso, para promover a entrada de produtos do Mercosul \u2013 um dos pontos mais controversos ao das negocia\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li><strong>Sustentabilidade ambiental e laboral.<\/strong> Do lado europeu, quer-se enfatizar que o com\u00e9rcio entre as duas partes deve manter os compromissos do<a href=\"https:\/\/ec.europa.eu\/clima\/policies\/international\/negotiations\/paris_pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> acordo de Paris<\/a> sobre as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e os direitos dos trabalhadores.<\/li>\n<li>Como \u00e9 habitual nos acordos comerciais da UE, <strong>os setores culturais e criativos est\u00e3o fora<\/strong>, e t\u00eam a prote\u00e7\u00e3o refor\u00e7ada das legisla\u00e7\u00f5es nacionais.<\/li>\n<li><strong>Vantagens para as PME<\/strong>, para as quais \u00e9 criada uma plataforma espec\u00edfica que tornar\u00e1 mais f\u00e1cil conhecerem os requisitos para entrarem nestes mercados.<\/li>\n<li><strong>Redu\u00e7\u00e3o das taxas dos produtos agr\u00edcolas<\/strong>, destacando-se as redu\u00e7\u00f5es das taxas dos produtos l\u00e1cteos e de confeitaria, bem como bebidas espirituosas e vinhos. Al\u00e9m disso, \u00e9 garantida a prote\u00e7\u00e3o das 357 denomina\u00e7\u00f5es de origem europeias.<\/li>\n<\/ol>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_video src=&#8221;https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=jxt1zelR8ls&amp;t=20s&#8221; _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;][\/et_pb_video][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.1.1&#8243;]<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><em>Na elabora\u00e7\u00e3o deste relat\u00f3rio participaram Vivaldo De Sousa, Gestor de Assuntos P\u00fablicos na LLYC Brasil, e Facundo Gonz\u00e1lez Sembla, Consultor J\u00fanior de Assuntos P\u00fablicos na LLYC Argentina.<\/em><\/h3>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na passada sexta-feira, 28 de junho, foi assinado o Acordo de Associa\u00e7\u00e3o Estrat\u00e9gica entre o Mercado Comum do Sul (Mercosul) e a Uni\u00e3o Europeia (UE), coincidindo com o final da Cimeira do G20, celebrada na cidade de Osaca, no Jap\u00e3o. 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